Os ecos da atuação do árbitro Antônio Rogério Batista do Prado no clássico contra o São Paulo continuaram dando o tom no embarque do Santos para a Colômbia, palco da estreía da equipe na Libertadores da América.
Kléber Pereira, que perdeu três oportunidades claras para definir o jogo a favor dos santistas antes de toda a polêmica começar, abriu a série de lamentações. “Temos que esquecer as coisas negativas, como a arbitragem do clássico, e colocar as boas em prática”, comentou, à Rádio Globo.
Já o meia Rodrigo Tabata, expulso de campo e denunciado pela súmula do árbitro por ofensas contra o apitador, admitiu que perdeu a compostura antes de receber o cartão vermelho. Mas não mostrou arrependimento.
“Às vezes, há momentos de desequilíbrio e acabei prejudicando a equipe para as outras partidas. Sabemos que às vezes a arbitragem não é imparcial e acaba prejudicando. O que eu falei foi o que estava sentindo e também o sentimento do grupo”.
O jovem Tiago Carleto também mostrou inconformismo com a arbitragem do clássico e reforçou as denúncias do zagueiro Adaílton logo após o clássico. “É brincadeira um juiz daquele. Ao invés de ensinar os jovens como eu, ele me xingou e falou um monte de coisas para o Rodrigo Souto”, revelou.
Ao fim do clássico, o zagueiro Adaílton denunciou Antônio Rogério Batista do Prado por ofensas contra o volante Rodrigo Souto. “Ele falou que a gente podia chorar, pois o choro é livre”, acusou o camisa dois.