Dizem que na vida sempre existem, pelo menos, duas formas de se encarar os acontecimentos. Há sempre a possibilidade de se enxergar o copo como meio cheio ou meio vazio. As situações vividas em um clube de futebol não fogem a esta regra.
Por exemplo, a Sociedade Esportiva do Gama, que desde a chegada de Heriberto da Cunha para comandar a equipe, no dia 11 de agosto de 2010, soma sete empates, uma derrota e uma vitória. Os pessimistas podem olhar com ar de desconfiaça a campanha alviverde sob o comando de Heriberto, pensando que a equipe não consegue vencer. Os otimistas podem alegar que o clube está invicto na temporada de 2011, e que é melhor um empate do que uma derrota.
Pontos de vista que dependem da forma como cada um encara os obstáculos a sua frente. O principal envolvido na situação, o comandante do time, Heriberto da Cunha, tem uma forma bem peculiar de encarar a situação vivida por ele a frente do Gama. “O detalhe da vitória está na percepção do atleta, no individual deles, em perceber as oportunidades que são criadas durante as partidas para fazer a diferença”, acredita o treinador, que tem uma receita simples para atingir o objetivo das vitórias. “Temos que trabalhar para fazer essa diferença”.
Na temporada de 2010, os empates levaram o Periquito à Série D do Campeonato Brasileiro, este ano, até o momento, têm rendido o terceiro lugar na tabela de classificação do Candangão 2011. Até o fim do campeonato a resposta sobre o copo ser visto como meio cheio ou meio vazio será respondida, com o intuito do Gama atingido, em voltar a ser campeão candango, ou com a manutenção do jejum de conquistas desde 2003 mantido.
Retrospecto do treinador Heriberto da Cunha no comando do Gama, desde a chegada no dia 11 de agosto de 2010:
Série C – 2010
Marília 2 x 2 Gama
Gama 1 x 1 Luverdense
Ituiutaba 0 x 0 Gama
Gama 0 x 0 Marília
Macaé 2 x 1 Gama
Candangão 2011
Gama 1 x 1 Ceilandense
Brasiliense 0 x 0 Gama
Gama 4 x 0 CFZ-DF
Botafogo-DF 2 x 2 Gama