A fuga de Nilmar, entretanto, não teve elementos de filme hollywoodiano. O atleta simplesmente fez as malas e aguardou a chegada do advogado na frente do hotel em que o elenco se hospeda. Quando Tannuri chegou, Nilmar apenas entrou no carro e partiu, deixando perplexos os dirigentes. Diante disso, o Corinthians já manifestou que deixará o caso nas mãos de seu departamento jurídico.
O motivo da saída repentina do jogador de Jarini, aliás, foi uma carta emitida pelo clube à entidade máxima do futebol. Segundo o advogado, o Corinthians afirmou no documento não ter a intenção de permanecer com o atacante. No final de 2006, no entanto, a diretoria corintiana entrou com uma ação na Justiça comum e prorrogou o contrato do atleta até o dia 28 de dezembro de 2007.
“Não digo que ele não vá mais jogar no Corinthians, mas a diretoria precisa tomar uma decisão. Senão eles estão desrespeitando a Justiça, o jogador, o torcedor. Eles têm de decidir se querem o jogador ou não. O que não pode é eles usarem o Nilmar para impressionar nas eleições ou só por alguns jogos enquanto a Fifa não se manifesta”, reclamou Orlando da Hora, empresário do atleta, em entrevista à Rádio Globo.
< !-- /hotwords -- >