O novo técnico da seleção é um assunto que o presidente Ricardo Teixeira evita ao máximo. Durante evento nesta quinta-feira, em Johanesburgo, sobre a organização da Copa do Mundo de 2014, o mandatário da Confederação Brasileira de Futebol se recusou a falar sobre o substituto de Dunga.
Logo no início do evento, o assessor da CBF, Rodrigo Paiva, avisou que o dirigente não responderia sobre assuntos que não estivessem relacionados à próxima edição do Mundial.
Teixeira seguiu o cronograma à risca e se negou a projetar até a programação da seleção brasileira nos próximos anos, já que não disputará as Eliminatórias Sul-americanas por ser a sede.
Apesar da negativa do dirigente, os nomes dos cotados para o cargo são bem conhecidos. Luiz Felipe Scolari tem a simpatia na CBF por seu currículo vencedor tanto na seleção como fora, mas vem afirmando que está disposto a cumprir o contrato com o Palmeiras.
Já Mano Menezes, que levou o Corinthians aos títulos do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil do ano passado, também é uma possibilidade, indicada pelo presidente alvinegro Andrés Sanchez, com quem Teixeira mantém bom relacionamento.
Outro nome falado nos bastidores da CBF é o de Leonardo, que deixou recentemente o comando do Milan. O ex-lateral tem ao seu favor a experiência no futebol internacional, inclusive como dirigente.
Apesar de já trabalhar para contratar o novo técnico, Ricardo Teixeira só pretende falar publicamente sobre o assunto quando retornar ao Brasil. A ideia do dirigente é ter um nome oficial até o fim do mês.