Apontado como "Grupo da Morte" antes do início da Copa do Mundo por reunir seleções fortes como Argentina, Holanda, Costa do Marfim e Sérvia e Montenegro, o Grupo C da competição já definiu seus dois classificados (Argentina e Holanda), deixando para a última rodada somente a definição de quem ficará em primeiro lugar na chave.
Por outro lado, um grupo que não chamou a atenção antes de a bola começar a rolar na Alemanha vem contrariando todas as expectativas. Estados Unidos, Itália, Gana e República Tcheca, integrantes do Grupo E, travam uma disputa equilibrada e chegam para a rodada decisiva da primeira fase sonhando com uma vaga nas oitavas do Mundial.
Diante de tal situação, Landon Donovan, meia-atacante dos Estados Unidos, atuais lanternas da chave, não pensou duas vezes para definir: "Quando um time que todo mundo contava que estaria fora, como Gana, vence o segundo colocado do ranking da Fifa (República Tcheca), pode-se dizer que o "Grupo da Morte" é o nosso", argumentou.
O técnico norte-americano, Bruce Arena, também mostrou preocupação com os africanos, próximos adversários de sua equipe. "Eles têm um dos melhores jogadores da Copa, o Essien, além de muita força atlética. O jogo será muito difícil", previu.
Para a partida da próxima quinta-feira, em Nuremberg, Arena ainda não decidiu quem irá escalar nas vagas de Pope e Mastroeni, expulsos no empate por 1 x 1 diante da Itália. Beasley e Conrad estão bem cotados.