Campeão brasileiro da Série B, o Coritiba vive um momento tumultuado em seus bastidores. Vistorias no Estádio Couto Pereira, eleições presidenciais, renovação de contratos e, agora, cobrança de dívidas salariais. O meia Juliano, preterido ainda no primeiro semestre, entrou na Justiça do Trabalho de Curitiba, conseguiu a liberação de seus direitos federativos e agora cobra salários e outras pendências.
Segundo o empresário Oliveira Junior, existe a possibilidade de entrar com uma representação na CBF e na Fifa sobre o caso, pedindo inclusive a não homologação do título coxa-branca, que já foi confirmado com a entrega do troféu nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro. O jogador, que atualmente defende o Avaí, ainda cobra uma multa rescisória de R$ 1 milhão.
Trata-se de mais um caso envolvendo o nome de Oliveira e o futebol paranaense. O empresário, que é agente Fifa, administrava o Ituano quando teve alguns jogadores entrando na Justiça para poder atuar pelo Paraná Clube, como foi o caso do volante Pierre, atualmente no Palmeiras, e do meia Joélson, que jogou a Série B pelo Avaí.
A diretoria coxa-branca, que esteve presente na festa de encerramento do Campeonato Brasileiro, ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Juliano foi contratado para a disputa do Campeonato Paranaense, mas após a eliminação da equipe antes da disputa da final, perdeu espaço e foi dispensado junto com uma série de jogadores antes do início da Série B.
Segundo o empresário Oliveira Junior, existe a possibilidade de entrar com uma representação na CBF e na Fifa sobre o caso, pedindo inclusive a não homologação do título coxa-branca, que já foi confirmado com a entrega do troféu nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro. O jogador, que atualmente defende o Avaí, ainda cobra uma multa rescisória de R$ 1 milhão.
Trata-se de mais um caso envolvendo o nome de Oliveira e o futebol paranaense. O empresário, que é agente Fifa, administrava o Ituano quando teve alguns jogadores entrando na Justiça para poder atuar pelo Paraná Clube, como foi o caso do volante Pierre, atualmente no Palmeiras, e do meia Joélson, que jogou a Série B pelo Avaí.
A diretoria coxa-branca, que esteve presente na festa de encerramento do Campeonato Brasileiro, ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto. Juliano foi contratado para a disputa do Campeonato Paranaense, mas após a eliminação da equipe antes da disputa da final, perdeu espaço e foi dispensado junto com uma série de jogadores antes do início da Série B.