Depois de muitos boatos, o Boca Juniors finalmente acertou a volta de Diego Maradona. O ex-craque trabalhará na equipe como assessor de futebol do time profissional e das categorias de base. O cargo, no entanto, será apenas “consultivo”: Maradona não receberá pelo serviços e será consultado sempre que os xeneizes acharem necessário.
“Será um cargo ad honorem, já que ele me disse que não quer cobrar nada. Será um assessor futebolístico da presidência e um motivo de consulta permanente. Ele tem outros compromissos contratuais e não podemos pedir que ele compareça ao clube diariamente”, explicou o presidente do Boca, Pedro Pompillo.
De qualquer maneira, o retorno do ex-camisa 10 ao seu time de coração, e clube mais popular da Argentina, é motivo de comemoração no Boca Juniors. “Para mim é uma grande satisfação e eu o agradeci muito”, contou Pompillo, que assume o cargo após o afastamento de Mauricio Macri.
Em meio à preparação para a disputa do Mundial de Clubes, que começa nesta sexta-feira no Japão – o Boca estréia no dia 12 contra o vencedor do confronto entre Etoile de Sauhe, da Tunísia, e Pachuca, do México –, Pompillo se recusou a falar sobre a saída do técnico Miguel Russo.
“Vamos fazer um balanço do ano”, disse o mandatário, lembrando que, apesar dos fracassos no Apertura e Clausura do Campeonato Argentino, a equipe foi campeã da Libertadores. De qualquer maneira, a comentada volta de Carlos Bianchi também foi desconversada. “Não me reuni com Bianchi nem com ninguém”.
“Será um cargo ad honorem, já que ele me disse que não quer cobrar nada. Será um assessor futebolístico da presidência e um motivo de consulta permanente. Ele tem outros compromissos contratuais e não podemos pedir que ele compareça ao clube diariamente”, explicou o presidente do Boca, Pedro Pompillo.
De qualquer maneira, o retorno do ex-camisa 10 ao seu time de coração, e clube mais popular da Argentina, é motivo de comemoração no Boca Juniors. “Para mim é uma grande satisfação e eu o agradeci muito”, contou Pompillo, que assume o cargo após o afastamento de Mauricio Macri.
Em meio à preparação para a disputa do Mundial de Clubes, que começa nesta sexta-feira no Japão – o Boca estréia no dia 12 contra o vencedor do confronto entre Etoile de Sauhe, da Tunísia, e Pachuca, do México –, Pompillo se recusou a falar sobre a saída do técnico Miguel Russo.
“Vamos fazer um balanço do ano”, disse o mandatário, lembrando que, apesar dos fracassos no Apertura e Clausura do Campeonato Argentino, a equipe foi campeã da Libertadores. De qualquer maneira, a comentada volta de Carlos Bianchi também foi desconversada. “Não me reuni com Bianchi nem com ninguém”.