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Futebol

Maior problema do Fluminense é a defesa

Arquivo Geral

28/10/2006 0h00

A fase do Fluminense é uma das piores da história e após a derrota de 2 x 1 para o Grêmio, na noite de quinta-feira, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ), o Tricolor ficou muito perto da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Com isso, a ordem no Fluminense é levantar a cabeça e melhorar muito para ganhar do São Caetano, adversário direto na luta contra a degola, na próxima quarta-feira, no ABC Paulista. A defesa do Tricolor foi o setor mais criticado contra os gremistas e as falhas deixaram PC muito irritado.

“No segundo gol do Grêmio tínhamos três jogadores (Gabriel Santos, Romeu e Fernando Henrique) contra um jogador. Mesmo assim, conseguimos tomar o gol. Isso é inadmissível Não podemos tomar um gol num lance como aquele. Foi uma desatenção total dos zagueiros e do meu goleiro. Essa derrota tem de magoar”, comentou Gusmão. A irritação do treinador tem razão de ser. A defesa do Fluminense já levou 52 gols no Brasileirão, sendo a quarta pior da competição, estando melhor apenas que Palmeiras (54), Ponte Preta (55) e Santa Cruz (62).

“Acredito que não devemos responsabilizar apenas a defesa pelo que está acontecendo. Pois a marcação começa pelo ataque, passa pelo meio-de-campo e estoura lá atrás. Todos têm responsabilidade pelo que está acontecendo e apenas com muito trabalho vamos conseguir corrigir erros”, disse o treinador.

Perguntado se teme uma demissão, uma vez que o Fluminense está há nove jogos sem ganhar, PC Gusmão disse que as cobranças fazem parte da vida de qualquer profissional e que um treinador começa a ficar ameaçado de ser demitido assim que arruma o emprego. Apesar disso ele confia na permanência do Tricolor na elite do futebol brasileiro.

“Sou o comandante do Fluminense e não vou deixar de acreditar enquanto estiver neste clássico. Isso porque é minha obrigação apostar no meu trabalho. O dia em que achar que não é mais possível ficar na Série A não tem sentido seguir com o trabalho. Confio no nosso potencial”, disse PC Gusmão, que ainda não sentiu o gostinho de ganhar uma partida no comando técnico do Fluminense.

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