O técnico Wanderley Luxemburgo discutirá nesta semana sua permanência no Santos. Apesar de desmentir “500 vezes” que deixaria o clube durante o ano, de acordo com suas contas, e sempre citar sua não ida ao Corinthians como exemplo, nada impede que ele negocie com o Alvinegro da capital caso não permaneça no praiano.
Assim como o agora ex-zagueiro Antônio Carlos, provável dirigente do Corinthians em 2008, Luxemburgo disse que aceitaria trabalhar em um time da Série B. “Você negocia se fará parte de um projeto ou não, independente de o clube estar na segunda divisão ou na primeira. Mas a minha primeira opção é o Santos”, ponderou o treinador.
Para não colaborar com os boatos, Luxemburgo evitou da seguinte forma confirmar se já recebeu proposta do presidente Andrés Sanchez para voltar ao Corinthians: “No Brasil, você tem que omitir ou mentir”.
Sem confirmar se escondia alguma coisa, o técnico justificou a atitude com as especulações sobre sua suposta transferência ao Flamengo, para exercer a função de manager. “Se você for sincero e falar a verdade, cria um problema muito grande. Falei a verdade sobre o Kléber Leite [vice-presidente de futebol do Flamengo] e aumentaram. Era só um grande projeto, do qual ele me falou na época”, lembrou.
Sobre o Corinthians, Luxemburgo só não se negou a comentar o rebaixamento à Série B. “É complicado um clube tão grande estar na Segunda Divisão, mas isso dá credibilidade ao futebol. Virada de mesa é que é ruim”, afirmou.
De qualquer maneira, o Corinthians e a Série B ainda estão muito distantes de ser a realidade do técnico. Ele mantém o discurso de priorizar a renovação contratual com o Santos. Também negou que tenha feito propostas ao presidente Marcelo Teixeira (um aumentou salarial de 40% ou uma redução de 60%, mas com participação na venda de jogadores, dos que estão nas categorias de base aos profissionais) antes do término do Campeonato Brasileiro.
“Disseram que eram propostas indecentes. Indecente é a matéria que inventaram. Não sei qual é o interesse. Não fiz propostas ao Santos. Meu assunto com o clube será discutido agora, que é o momento certo, dando preferência para a renovação. Conversarei com o Marcelo, que é meu amigo. Já me tiraram do Santos diversas vezes e não saí até agora”, reafirmou.
Luxemburgo aproveitou o ensejo até para fazer campanha a favor do presidente Marcelo Teixeira, que disputará reeleição contra o engenheiro e jornalista Paulo Schiff no dia 8 de dezembro. O técnico diz que só renovará seu contrato se o amigo permanecer à frente do clube.
Neste caso, o plano B ainda não é recorrer ao Corinthians de Andrés Sanchez, com quem também tem bom relacionamento. “Se não der certo no Santos, traço outros projetos. De repente, aparece alguma coisa: Europa, pescar, pegar a minha neta e passear no México…”, sorriu Wanderley Luxemburgo.
Assim como o agora ex-zagueiro Antônio Carlos, provável dirigente do Corinthians em 2008, Luxemburgo disse que aceitaria trabalhar em um time da Série B. “Você negocia se fará parte de um projeto ou não, independente de o clube estar na segunda divisão ou na primeira. Mas a minha primeira opção é o Santos”, ponderou o treinador.
Para não colaborar com os boatos, Luxemburgo evitou da seguinte forma confirmar se já recebeu proposta do presidente Andrés Sanchez para voltar ao Corinthians: “No Brasil, você tem que omitir ou mentir”.
Sem confirmar se escondia alguma coisa, o técnico justificou a atitude com as especulações sobre sua suposta transferência ao Flamengo, para exercer a função de manager. “Se você for sincero e falar a verdade, cria um problema muito grande. Falei a verdade sobre o Kléber Leite [vice-presidente de futebol do Flamengo] e aumentaram. Era só um grande projeto, do qual ele me falou na época”, lembrou.
Sobre o Corinthians, Luxemburgo só não se negou a comentar o rebaixamento à Série B. “É complicado um clube tão grande estar na Segunda Divisão, mas isso dá credibilidade ao futebol. Virada de mesa é que é ruim”, afirmou.
De qualquer maneira, o Corinthians e a Série B ainda estão muito distantes de ser a realidade do técnico. Ele mantém o discurso de priorizar a renovação contratual com o Santos. Também negou que tenha feito propostas ao presidente Marcelo Teixeira (um aumentou salarial de 40% ou uma redução de 60%, mas com participação na venda de jogadores, dos que estão nas categorias de base aos profissionais) antes do término do Campeonato Brasileiro.
“Disseram que eram propostas indecentes. Indecente é a matéria que inventaram. Não sei qual é o interesse. Não fiz propostas ao Santos. Meu assunto com o clube será discutido agora, que é o momento certo, dando preferência para a renovação. Conversarei com o Marcelo, que é meu amigo. Já me tiraram do Santos diversas vezes e não saí até agora”, reafirmou.
Luxemburgo aproveitou o ensejo até para fazer campanha a favor do presidente Marcelo Teixeira, que disputará reeleição contra o engenheiro e jornalista Paulo Schiff no dia 8 de dezembro. O técnico diz que só renovará seu contrato se o amigo permanecer à frente do clube.
Neste caso, o plano B ainda não é recorrer ao Corinthians de Andrés Sanchez, com quem também tem bom relacionamento. “Se não der certo no Santos, traço outros projetos. De repente, aparece alguma coisa: Europa, pescar, pegar a minha neta e passear no México…”, sorriu Wanderley Luxemburgo.