A negociação para a ida do lateral esquerdo Fabrício, da Portuguesa para o Santos, segue indefinida. Isto porque, apesar de o Peixe ter acertado salários com o jogador, a Lusa garante que não irá liberar o jogador sem que o investidor, que se comprometeu a colocar o ala na Vila Belmiro, pague os R$ 2,5 milhões pedidos pela Lusa para vender os seus 50% dos direitos econômicos do atleta.
Caso o parceiro santista não cumpra a sua parte e deposite o valor pretendido pela Portuguesa, o lateral deve continuar vinculado ao time do Canindé, arrastando ainda mais o desfecho dessa transação.
Irritados, os dirigentes rubro-verdes esperam que o investidor efetue o pagamento, concretizando a negociação. O empresário de Fabrício, Fábio Buratta, também aguarda uma ação do parceiro alvinegro.
Cautelosa, a cúpula do Santos prefere não mais se manifestar sobre o assunto. Entretanto, uma reunião foi marcada pelo procurador do lateral e a direção da Lusa, para o final da tarde desta terça-feira, visando desfazer o imbróglio e resolver a situação do jogador.