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O técnico Emerson Leão demonstra cada vez mais apreço pelos reforços estrangeiros que fez questão de dizer que não indicou ao Santos. Apesar de considerar o colombiano Molina ainda desambientado com o futebol brasileiro, o técnico faz elogios a todos os sul-americanos utilizados até então.
“O Molina é o mais técnico do grupo, mas ainda não se acostumou a jogar no Brasil. Ele sabe o que fazer com a bola nos pés, mas jogamos em um sistema diferente aqui. Isso é normal. Ele presta atenção ao que o treinador fala. Os atletas estrangeiros são mais aplicados taticamente, enquanto os brasileiros são mais rabugentos”, diferenciou.
Antes de começar a trabalhar com os quatro sul-americanos contratados por Marcelo Teixeira, no entanto, Leão dizia que um investimento desse tipo só era válido se o atleta fosse diferenciado, dada a qualidade dos jogadores brasileiros. Mas também negou sua cisma com argentinos, alimentada na época em que desencadeou as saídas de Sebá, Tevez e Mascherano do Corinthians.
Nesta quinta-feira o argentino Mariano Trípodi estreou pelo Santos contra o Guarani, e deverá ser mantido como titular por Leão. “Perguntem ao Mariano se ele está insatisfeito com o seu treinador, apesar de ser argentino, como falam”, desafiou o técnico, que armará o time em função do atacante. “O Mariano é um velocista. Vamos jogar em cima da característica dele, que é simples. É um argentino chato, que quer correr, trombar, e ofereceremos isso a ele”, antecipou.
Sobre os outros dois estrangeiros do Santos, Leão falou com menos entusiasmo. O volante equatoriano Michael Jackson Quiñónez não encantou na estréia contra o Cúcuta, pela Libertadores, mas entrou no segundo tempo diante do Guarani. Já o centroavante chileno Sebastián “El Tanque” Pinto ainda recupera a forma física para jogar. “O Sebastián não treinou com bola, então não posso falar sobre ele. O Quiñonez chega bem de trás, quase como um terceiro volante”, analisou.
Leão, aliás, não quer mais que chamem Molina, Trípodi, Quiñonez e Pinto de estrangeiros, para não isolá-los do restante do grupo. O volante Rodrigo Souto garante que os brasileiros do Santos estão ajudando na adaptação dos recém-contratados. “Principalmente por serem estrangeiros, temos que estar sempre próximos, para eles se entrosarem mais rapidamente”, comentou o jogador.
“O Molina é o mais técnico do grupo, mas ainda não se acostumou a jogar no Brasil. Ele sabe o que fazer com a bola nos pés, mas jogamos em um sistema diferente aqui. Isso é normal. Ele presta atenção ao que o treinador fala. Os atletas estrangeiros são mais aplicados taticamente, enquanto os brasileiros são mais rabugentos”, diferenciou.
Antes de começar a trabalhar com os quatro sul-americanos contratados por Marcelo Teixeira, no entanto, Leão dizia que um investimento desse tipo só era válido se o atleta fosse diferenciado, dada a qualidade dos jogadores brasileiros. Mas também negou sua cisma com argentinos, alimentada na época em que desencadeou as saídas de Sebá, Tevez e Mascherano do Corinthians.
Nesta quinta-feira o argentino Mariano Trípodi estreou pelo Santos contra o Guarani, e deverá ser mantido como titular por Leão. “Perguntem ao Mariano se ele está insatisfeito com o seu treinador, apesar de ser argentino, como falam”, desafiou o técnico, que armará o time em função do atacante. “O Mariano é um velocista. Vamos jogar em cima da característica dele, que é simples. É um argentino chato, que quer correr, trombar, e ofereceremos isso a ele”, antecipou.
Sobre os outros dois estrangeiros do Santos, Leão falou com menos entusiasmo. O volante equatoriano Michael Jackson Quiñónez não encantou na estréia contra o Cúcuta, pela Libertadores, mas entrou no segundo tempo diante do Guarani. Já o centroavante chileno Sebastián “El Tanque” Pinto ainda recupera a forma física para jogar. “O Sebastián não treinou com bola, então não posso falar sobre ele. O Quiñonez chega bem de trás, quase como um terceiro volante”, analisou.
Leão, aliás, não quer mais que chamem Molina, Trípodi, Quiñonez e Pinto de estrangeiros, para não isolá-los do restante do grupo. O volante Rodrigo Souto garante que os brasileiros do Santos estão ajudando na adaptação dos recém-contratados. “Principalmente por serem estrangeiros, temos que estar sempre próximos, para eles se entrosarem mais rapidamente”, comentou o jogador.