O meia Kaká preferiu hoje deixar um pouco de lado seu novo clube, o Real Madrid, assim como Silvio Berlusconi, proprietário do Milan, seu último time, para pensar unicamente na Copa das Confederações e na seleção brasileira.
“Não falo mais do que da seleção. Tudo o que tinha que dizer sobre a negociação e a contratação, já foi falado”, afirmou o jogador, que também não respondeu a uma pergunta sobre a possível influência, segundo o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, de sua saída do Milan no resultado das eleições europeias.
Sobre o assunto, Kaká não falou tanto por iniciativa própria como por sugestão do técnico Dunga, que estava sentado a seu lado e que pediu que não respondesse.
“Além disso, a Copa das Confederações vai servir para evoluir na preparação para a Copa do Mundo”, assinalou o meia, para quem a seleção brasileira ainda não pensa na terceira partida do grupo, contra a Itália, mas está centrada nos jogos de amanhã, contra o Egito, e de quinta, contra os Estados Unidos.
Kaká também elogiou o estado do campo do Free State, onde a seleção não pôde fazer hoje o tradicional treino de reconhecido do gramado devido à forte chuva que caiu sobre a cidade de Bloemfontein na última noite.
“É preciso levar em conta que estamos no inverno e que o campo está muito bom para essa época do ano em que não costuma chover”, disse Kaká.
Para o meia brasileiro é muito importante a disputa dessa competição em terras africanas. “Tudo está muito bem organizado e a África está bem preparada para receber a Copa dentro de um ano. Deve ser um espelho para o Brasil diante da Copa de 2014”, concluiu.