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Futebol

Jonas aposta em polivalência para jogar com Dunga: "Não sou um 9 puro"

Arquivo Geral

23/03/2016 15h40

De volta à Seleção Brasileira após quase quatro anos, o atacante Jonas recebeu uma nova oportunidade com a camisa amarelinha após os cortes consecutivos de Kaká e Roberto Firmino. No entanto, o matador do Benfica, avisado da convocação pela sogra, não pensa em apenas integrar o grupo brasileiro e quer se adaptar ao esquema do técnico Dunga para cavar uma vaga na equipe titular.

“Era um sábado, estava em casa. Meu celular tocou e era um número com código 21. Tinha pensado em não atender porque não conhecia aquele número. Passei o telefone para a minha sogra, que atendeu. Ela começou a falar e percebi que era o Gilmar (Rinaldi, coordenador técnico de seleções). Ele ligou para avisar a convocação e falou com ela. Eu atendi e fiquei feliz por ser lembrado, mesmo se tratando de convocação por lesão”

”No futebol moderno, a maioria das equipes não tem utilizado o camisa 9 clássico, mas vai de acordo com o treinador e com o adversário. Algumas equipes preferem o centroavante contra defesas mais bem postadas, por exemplo. Eu não sou um 9 puro, gosto de buscar a bola. Hoje a movimentação tem que ser intensa para não facilitar ao adversário”, disse o atacante do Benfica.

Sem querer definir uma posição fixa, Jonas preferiu exaltar sua polivalência pelo Benfica. No clube português, chegou a atuar até mesmo como terceiro homem de meio capo e, mesmo assim, tem a incrível marca de 30 gols em 37 partidas neta temporada.

”A recomposição sem a bola é importante no futebol moderno. Venho fazendo isso no Benfica. Sou um segundo atacante lá, às vezes até terceiro homem de meio campo, sempre ajudando na marcação com os volantes.. Na Seleção, acho que seria essa função também, mas sempre perto da área também, que é importante para fazer os gols”, disse o goleador.

Por fim, Jonas relembrou sua última passagem pela Seleção Brasileira, quando atuou na goleada da equipe sobre a China. O atacante ainda não havia sido convocado pelo técnico Dunga em nenhuma de suas passagens.

”Entrei no final daquele 8 a 0 sobre a China. A lembrança é boa de vestir essa camisa. Sempre sonhei voltar para a Seleção, ter uma sequência maior. Sempre trabalhei para isso, seria um prêmio individual. Quero aproveitar essa oportunidade para ter mais tempo com a Seleção”, finalizou.

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