O gerente de futebol do Santos, o ex-jogador Paulo Jamelli, admite que a nova diretoria está tendo dificuldades para reforçar o elenco e manter os jogadores para 2010. Sem citar nomes nem confirmar as especulações, ele comentou a atual situação da equipe da Vila Belmiro no mercado de contratações.
“O ideal seria que no dia 4 a gente tivesse o time fechado, mas na vida real não é assim. Temos uma base forte deste ano, mas estamos trazendo jogadores para formar o elenco. Não é simples, mas a nossa vontade é fechar o elenco o quanto antes.”, explicou Jamelli, em entrevista à rádio Jovem Pan, antes de confirmar os jogadores que já fecharam contrato.
“Contratamos o Bruno Aguiar e o Bruno Rodrigo, zagueiros, vieram do Guarani e da Portuguesa, e o Marquinhos, e sair mesmo só o Kleber Pereira, que já declarou que não quer ficar. Sobre os jogadores do elenco, estamos conversando um a um a possibilidade de ficar”, comentou o gerente do Santos.
Falando de mais contratações, o gerente explicou, ainda, a situação do ídolo Giovanni. Parado desde o Campeonato Paulista, o meia se ofereceu ao Santos para atuar já no Campeonato Paulista de 2010. A idéia agradou a Jamelli, que afirmou que aguarda a oportunidade de conversar com o amigo.
“Se ele quiser voltar, pode voltar para qualquer time do Brasil. Ele está muito forte, até fiquei assustado quando eu vi, está mais velho que eu e está voando, eu disse até que se ele estivesse forte assim como quando a gente jogava junto, ele teria ido muito melhor na Europa”, brincou Jamelli, que depois foi sério quanto à possibilidade real de isso acontecer.
“Se ele vai jogar aqui no Santos, isso eu não posso dizer porque ele tem problemas particulares, ele agora é um empresário, atua no ramo escolar lá em Belém, mas seria uma idéia muito boa, para que ele retorne para o Santos dentro ou fora de campo. Depende dele, porque ele está parado há seis meses, o corpo sente a volta, treinar no sol, fazer academia todo dia, sofre para voltar a ter ritmo. Mas tenho certeza que se ele quiser, a gente senta e conversa”, sentenciou.