Restando pouco menos de um ano para o início da Copa do Mundo da África do Sul, os problemas envolvendo a infra-estrutura necessária para o bom andamento da principal competição de futebol do planeta continuam aparecendo.
Nesta quarta-feira, segundo informaram as agências de notícias internacionais, os trabalhadores do ramo da construção civil iniciaram uma greve – sem prazo para terminar -, e estão colocando em risco a finalização das obras nos estádios escolhidos como sedes para o Mundial.
“Nossa intenção é que a greve dure o tempo que for necessário para que os empregadores nos forneçam o que queremos”, comentou o porta-voz do Sindicato Nacional dos Mineradores, Lesiba Seshoka.
Os cerca de 70 mil trabalhadores sindicalizados estão dispostos a permanecer em greve caso não recebam 13% de aumento em seus salários. Até o momento, as empresas se dispuseram a dar um reajuste máximo de 10%, proposta rejeitada prontamente pelo sindicato.