O Figueirense não está conformado com a pena aplicada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJD) ao meio-campista Carlos Alberto. O jogador do time catarinense foi acusado de adulteração de documentos, reduzindo sua idade em cinco anos. A pena aplicada pelo tribunal foi de 360 dias. O diretor jurídico do Figueira, João Batista Baby, se mostrou insatisfeito com a decisão.
“Não ficamos satisfeitos com a decisão do STJD. Achamos que a pena foi muito pesada. Pareceu que o pensamente era de acabar com a carreira do jogador. Foi um exagero, ainda mais que o procurador já disse que irá recorrer da decisão por achar que a pena foi muito branda”, afirmou o cartola, em entrevista à Rádio Jovem Pan.
Baby ainda comentou que uma punição de seis meses, assim como foi a do caso Sandro Hiroshi, seria o suficiente. “Não possível isso, parece que eles esqueceram na realidade brasileira e estamos no Europa. Ele errou, mas deveriam ter levado em conta a situação em que ele estava. Ele queria apenas trabalhar. Acho que 180 dias teria sido o suficiente.”
Sobre futuros recursos, o dirigente catarinense disse que não há nada confirmado, mas provavelmente eles tentarão reverter esse resultado. “Vamos nos reunir e decidir o que fazer agora, mas é quase certo que o atleta irá recorrer. Primeiro tentaremos a absolvição, mas caso não seja possível, a próximo passo será pedir uma redução da pena.”