A vantagem de cinco pontos que o líder Guaratinguetá tem para o São Paulo continua sendo um incômodo pelos lados do Morumbi. Apesar de ser o último invicto no Campeonato Paulista, o time chega pressionado para o clássico deste final de semana contra o Santos, especialmente por ter empatado três de seus últimos quatro jogos.
Por isso, o Tricolor espera voltar a somar três pontos para não se distanciar Guaratinguetá, Ponte Preta, Noroeste e Ituano. “As equipes do interior vêm muito bem, querendo mostrar. Estão de parabéns. Quem está devendo é o São Paulo”, reconhece o volante Fábio Santos, que admite o mau início de temporada, mas promete evolução.
“O importante agora é o entrosamento – não apenas do time, mas do grupo. Não dá mais pra ficar batendo na mesma tecla”, reconhece. “O São Paulo vai crescer, mas o grupo – não só eu – já está com o pensamento de que não dá mais.”
O jogador reforçou a tese de que os surpreendentes times do interior levam vantagem no início de temporada por terem feito mais tempo de preparação antes da estréia para o Campeonato. No entanto, confia no fator psicológico para que o time volte a vencer jogos e embalar no Paulistão.
“O que está faltando é só um pouco mais de tranqüilidade”, diagnosticou. “Não adianta a gente acelerar o jogo e tomar um contra-ataque. O São Paulo não é isso”, completou o volante, antecipando o discurso defendido pelo zagueiro Miranda.
“Até nós mesmos jogadores esperávamos um pouco mais. Acho que o que falta é tranqüilidade”, avaliou o camisa cinco do São Paulo.
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“O importante agora é o entrosamento – não apenas do time, mas do grupo. Não dá mais pra ficar batendo na mesma tecla”, reconhece. “O São Paulo vai crescer, mas o grupo – não só eu – já está com o pensamento de que não dá mais.”
O jogador reforçou a tese de que os surpreendentes times do interior levam vantagem no início de temporada por terem feito mais tempo de preparação antes da estréia para o Campeonato. No entanto, confia no fator psicológico para que o time volte a vencer jogos e embalar no Paulistão.
“O que está faltando é só um pouco mais de tranqüilidade”, diagnosticou. “Não adianta a gente acelerar o jogo e tomar um contra-ataque. O São Paulo não é isso”, completou o volante, antecipando o discurso defendido pelo zagueiro Miranda.
“Até nós mesmos jogadores esperávamos um pouco mais. Acho que o que falta é tranqüilidade”, avaliou o camisa cinco do São Paulo.
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