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Futebol

Em jogo sofrível, Azulão e Flu empatam no ABC

Arquivo Geral

01/11/2006 0h00

São Caetano e Fluminense empataram em quase tudo nesta quarta-feira à noite. Além do 1 x 1 no placar e nas expulsões – uma de cada lado (Gabriel Santos e Triguinho) -, os dois times pareciam competir para descobrir qual era o pior em campo. O resultado foi um empate técnico. 

Não vencer foi péssimo para as duas equipes, que seguem lutando para fugir do rebaixamento. O Azulão chegou a 27 pontos e é nome quase certo na Série B de 2007. Já o Fluminense precisa torcer para a Ponte Preta não vencer o São Paulo nesta quinta-feira. Este resultado colocaria o Tricolor carioca entre os quatro últimos colocados da tabela.

Prevendo a baixa qualidade do espetáculo, apenas 861 pessoas compareceram ao estádio para assistir ao jogo – o quinto pior público da Série A de 2006 até o momento. Dos dez jogos com pior público na competição, nove agora são do São Caetano. Ainda sob pressão, o Fluminense volta a jogar no domingo, contra o Botafogo, no clássico carioca. O São Caetano vai até Campinas para enfrentar a Ponte Preta.

A partida foi sofrível como as campanhas dos dois clubes na competição. Pedrinho acertou bom chute e obrigou Mauro a fazer grande defesa. Em linhas gerais, a mediocridade imperou durante todo o primeiro tempo.

Já que não conseguia driblar, passar e chutar em gol, os atletas procuravam se destacar de outras maneiras. Triguinho entrou muito forte em Neto e foi expulso, aos 30 minutos do primeiro tempo.

O lateral do Fluminense saiu de maca do gramado e teve de ser substituído por Rogério. Com um homem a menos em campo, Dorival Júnior decidiu recompor a defesa do Azulão: tirou Martin para escalar Madson Júnior.

Com mais espaço em campo, o Fluminense se soltou. Aos 39 minutos, Pedrinho recebeu na área, limpou a jogada e acertou chute preciso, sem chances para Mauro: 1 x 0. Mais do que nunca, no estádio praticamente vazio, a torcida tricolor voltava a fazer mais barulho do que os donos da casa..

A festa, no entanto, durou poucos minutos. Enquanto os torcedores do Flu atiravam pó de arroz para cima e balançavam suas bexigas tricolores, Márcio carregou a bola pelo meio-campo e arriscou um chute forte de longa distância. O goleiro Fernando Henrique falhou feio e espalmou a bola para dentro do gol.

Após o intervalo, pouca coisa mudou. Gabriel Santos quebrou a monotonia fazendo duas faltas seguidas. Recebendo dois amarelos e também o vermelho, aos dez minutos do segundo tempo.

Com apenas 20 homens em campo, o jogo voltou a ficar mais aberto. André Moritz deu dois chutes perigosos e Mauro salvou o São Caetano. Apesar do cansaço das duas equipes, o jogo ganhou velocidade na busca por pontos importantes na classificação.

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