A brasileira Marta aproveitou a premiação da Fifa de melhor jogadora do mundo na temporada 2007 para mais uma vez cobrar estrutura e organização ao futebol feminino em solo pátrio. Favorita a vencer a votação, a atacante do Umea, da Suécia, pediu mais investimentos e o fim do preconceito à modalidade para 2008, ano das Olimpíadas de Pequim.
“Chegamos à final da Copa do Mundo, mas não temos a estrutura necessária para sermos tão competitivas”, reclamou Marta, que tentará defender o título de melhor do mundo conquistado em 2006. “Ainda não temos uma estrutura boa no Brasil como vemos aqui na Europa”, emendou.
“Estamos tentando mudar, mas ainda existe preconceito. Isso dificulta o investimento de patrocinadores, afasta o interesse dos clubes…”, enumerou. “Jogamos este ano para 70 mil torcedores (na final dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro), mas estamos apenas engatinhando”, emendou a camisa dez da seleção verde e amarela.
Artilheira do Mundial da China deste ano, Marta também fez uma análise crítica da Copa do Brasil, primeira competição feminina organizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). De acordo com a atleta, o torneio foi apenas o primeiro passo de uma longa caminhada.
“O torneio teve momentos de altas e baixas, mas acho que ainda não é o ideal”, criticou, antes de propor uma sugestão. “Eram muitos times na disputa e o Brasil não tem estrutura para organizar uma competição com 32 times. Para tornar a competição mais intensa, umas 12 equipes fortes deveriam participar. Só que foi interessante ver o que se tira dessa experiência”.
Antes de embarcar para Zurique, onde a premiação será realizada, a atacante Cristiane, também finalista, fez os mesmos apelos de Marta.
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“Estamos tentando mudar, mas ainda existe preconceito. Isso dificulta o investimento de patrocinadores, afasta o interesse dos clubes…”, enumerou. “Jogamos este ano para 70 mil torcedores (na final dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro), mas estamos apenas engatinhando”, emendou a camisa dez da seleção verde e amarela.
Artilheira do Mundial da China deste ano, Marta também fez uma análise crítica da Copa do Brasil, primeira competição feminina organizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). De acordo com a atleta, o torneio foi apenas o primeiro passo de uma longa caminhada.
“O torneio teve momentos de altas e baixas, mas acho que ainda não é o ideal”, criticou, antes de propor uma sugestão. “Eram muitos times na disputa e o Brasil não tem estrutura para organizar uma competição com 32 times. Para tornar a competição mais intensa, umas 12 equipes fortes deveriam participar. Só que foi interessante ver o que se tira dessa experiência”.
Antes de embarcar para Zurique, onde a premiação será realizada, a atacante Cristiane, também finalista, fez os mesmos apelos de Marta.
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