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Futebol

Em busca de paz, Marcos explica saída do time

Arquivo Geral

07/11/2006 0h00

Depois de quase três meses sem jogar, Marcos retornou ao gol palmeirense contra o Goiás e jogou também contra o Paraná. Sofreu sete gols e chegou à conclusão: não deveria ter voltado a vestir a camisa um do Alviverde.

Nesta terça-feira, depois de o técnico Jair Picerni confirmar a volta de Diego Cavalieri ao gol contra o Fortaleza, Marcos, que não seguirá com a equipe para a concentração (Sérgio ficará no banco), fez questão de conversar com os jornalistas, mesmo sem a presença do assessor de imprensa.

“Fiquei dois ou três dias sem dormir e tenho que fazer o que meu coração manda. Fiz questão de chegar cedo para ter uma conversa com o Jair, pois voltei nestes dois jogos e não tive uma participação muito feliz. Conversei para reparar um erro que aconteceu no sentido de tirar o Diego Cavalieri do time”, iniciou.

Marcos não quis acusar ninguém pelo equívoco de tê-lo colocado para jogar e frisou que não pediu para ficar fora contra o Fortaleza, mas reforçou que o momento atual é de Diego Cavalieri, para o pentacampeão, a maior revelação do Campeonato Brasileiro.

“Vim esclarecer para o torcedor que não estou pipocando. Eu apenas quero estar no grupo para ajudar o Palmeiras da melhor maneira possível. Sei que não estou em condições de ser “aquele” Marcos que todo mundo espera e acho que é o momento de voltar o Diego, que estava voando baixo e concorre à revelação do Brasileiro. Não pedi para sair, mas deixei o Jair Picerni à vontade para escolher o que é melhor”.

Questionado sobre um possível erro de Jorge Luis Azevedo, preparador de goleiros, ou do ex-técnico Marcelo Vilar, Marcos foi político: “Não houve um erro, e sim uma tentativa de acerto. O pessoal achava que minha experiência poderia ajudar o time, mas não ajudou”, finalizou.

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