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Futebol

Elogiado por "frieza", Walter encanta Tite em sequência como titular

Arquivo Geral

31/05/2016 20h20

O goleiro Walter assumiu a titularidade do Corinthians de surpresa, com a ida de Cássio para o velório de sua avó, em Porto Alegre, antes do duelo contra o Grêmio, e desde então tem sido bancado pelo técnico Tite na equipe titular. Para o treinador, além do bom desempenho demonstrado dentro de campo, o arqueiro, que será o dono da meta no clássico contra o Santos, às 21h (de Brasília) desta quarta-feira, encanta a todos pela boa índole demonstrada.

“O Walter é um cara de uma índole extraordinária. Você pode reparar que ele estando dentrou ou fora de campo não muda a atitude, está sempre trabalhando do melhor jeito”, comentou o técnico Tite, que escalou o jogador pela primeira vez em um jogo do Campeonato Brasileiro de 2013, contra o Criciúma, em Itu. Na ocasião, Cássio se machucou ao bater um tiro de meta e o reserva teve de ser acionado.

“Lembro de um jogo em 2013, que nós precisávamos ganhar, contra o Criciúma, tive de colocá-lo. Logo na primeira bola em campo, um meia do time deles deu um chute forte e eu pensei: “Ai, caramba”. Mas aí ele encaixou firme e já repôs a bola longa no pé do atacante”, recordou o treinador, que parecia rever a cena na sua mente enquanto relatava a tensão sofrida antes de Walter entrar em campo.

“Confesso que, na hora ali, passei para ele uma orientação rápida, sem nem saber o que dizer. “Vai lá e faz o que você faz no treino, mantenha a sua confiança. E ele se preparou para aquilo, tanto que foi muito bem. Se for lembrar os jogos importante em que ele já nos ajudou. Atlético-MG, no ano passado, foi uma decisão. Grêmio esse ano, também”, observou o comandante.

Para Tite, apesar de contar com um nome como Cássio entre seus concorrentes, Walter tem boas chances de fazer uma boa sequência no gol do Corinthians. Na sua avaliação, porém, é necessário que ambos treinem com a maior intensidade possível para que a situação seja definida.

“Eu sempre falo para eles treinarem ao máximo, dar tudo que têm. Dá tranquilidade, compete leal, cara. Daqui a pouco abre brecha, um deles cai um pouco e o outro naturalmente é chamado para ajudar. Tem que competir com lealdade. Não falo isso só porque estamos ganhando. Contra o Vitória mesmo, ele não teve culpa, eu mesmo avisei isso”, concluiu o comandante.

Fonte: Gazeta Esportiva

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