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Futebol

Duelo de escolas na final

Arquivo Geral

28/06/2013 9h25

Os deuses da bola decretaram: na final da Copa das Confederações, domingo, às 19h, no Maracanã, estarão as duas principais seleções da competição. Para o bem do futebol, equipes com competência similar, mas táticas e técnicas diferentes. 

 

Armados pelos contemporâneos Luiz Felipe Scolari, 64 anos, e Vicente del Bosque, 62, Brasil e Espanha travarão um duelo interessante. Enquanto a trupe canarinho busca um encaixe coletivo para que as individualidades prevaleçam, a Fúria até dispõe de jogadores com habilidade capaz de desequilibrar um duelo, mas preza ao máximo o coletivo. 

 

A posse de bola é a arma espanhola. Se a tem, pouco sofre. Foi assim na Eurocopa de 2012, quando levou apenas um, e tem sido assim no Brasil – foi vazada só uma vez. No ataque, a incansável troca de passes rápidos é o maior desafio dos brasileiros: como pará-los?

 

Receita

Ontem, a Itália deu uma dica. A formação 3-4-2-1 tirou a Espanha da zona de conforto, assim como havia sido na primeira rodada da Eurocopa, quando o empate por 1 x 1 foi considerado um pecado pelos italianos.

 

Com Luis Gustavo à frente da zaga, o 4-2-3-1 do Brasil facilmente se adapta ao 3-4-2-1 na marcação.  A missão de Felipão é fazer Hulk e Oscar se revezarem na composição da segunda linha defensiva e segurar os laterais. Algo que os brasileiros não estão acostumados a fazer.

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