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Futebol

Dirigente flamenguista critica estádio da estréia

Arquivo Geral

18/01/2007 0h00

De volta ao Rio de Janeiro após passar alguns dias em Potosí, o diretor de arrecadação do Flamengo, Flávio Pereira, não poupou críticas às condições do estádio onde o Rubro-Negro fará sua estréia na Copa Libertadores, dia 14 de fevereiro, contra o Real Potosí (BOL).

“É um canteiro de obras. Assustou-me aquelas obras todas e aquilo não vai ficar pronto até o dia do jogo. O gramado também está horrível. Pelo que entendo, eles vão isolar a parte em obras, abrir a parte antiga e fazer um jogo para quinze mil pessoas”, comentou, em entrevista à Rádio Brasil.

Se o gramado e as condições das arquibancadas preocupam o Flamengo, pelo menos algumas obras devem ser finalizadas a tempo do jogo da equipe carioca. “Os vestiários estão em fase de acabamento, com a colocação de azulejos e vão ficar prontos, assim como a parte da imprensa também”, disse o diretor de arrecadação.

Flávio Pereira também falou sobre as impressões que teve da cidade onde o Flamengo jogará contra os bolivianos. A estréia será na parte mais baixa de Potosí. “Não é uma frase muito bonita de se dizer, mas foi menos ruim do que eu esperava.

Potosí é uma cidade no alto da montanha, mas parece que são duas. Uma fica no topo da montanha com 4.050 metros e lembra muito as nossas cidades históricas do Brasil. Existe uma outra, a 3.650 metros, com muita miséria, muita pobreza, que é uma área de mineração. E é lá que fica o estádio onde o Flamengo vai jogar”, explicou Flávio.

O dirigente confirmou que a cidade conta com um aeroporto de pequeno porte e que poderá ser utilizado pelo Flamengo. Flávio Pereira também aproveitou para brincar sobre os efeitos da altitude de Potosí. “Não senti nada, mas sou um vira-lata e vira-lata não sente nada. Andei apressadamente, me movimentei bastante e não senti absolutamente nada”, disse.

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