
O presidente Roberto de Andrade disse antes do embarque do Corinthians aos Estados Unidos que havia uma “chance grande” de a delegação voltar com Alexandre Pato vendido. A equipe desembarcou em São Paulo na manhã de segunda, e o atacante ainda é jogador alvinegro.
Fora dos planos, Pato não viajou. Nem o presidente, que esperava resolver sua situação. No retorno do período de dez dias em terras norte-americanas, coube ao diretor de futebol Eduardo Ferreira dar a atualização que tem sido padrão em relação ao assunto: “É o presidente quem está cuidando disso”.
Na última semana, notícias vindo da Inglaterra aproximaram o jogador do Chelsea. Chegou a ser noticiado um acordo verbal do atacante de 26 anos com o clube londrino, mas seu empresário manteve abertas outras três possibilidades: Liverpool, Sporting e Benfica.
A última informação, publicada pelo jornal Daily Mail, aponta muito próximo um acerto da chegada por empréstimo de Pato ao Chelsea, com a possibilidade posterior de negócio definitivo. Não era o que queria o Corinthians, disposto a recuperar ao menos parte do investimento feito em 2013.
Para tirar o atleta do Milan há três anos, o Corinthians pagou 15 milhões de euros (cerca de R$ 40 milhões, na cotação da época) e cedeu 40% dos direitos econômicos ao próprio jogador. O poder de barganha alvinegro é limitado porque o contrato está em seu último ano de duração.