"A camisa 11 já está separada pra ele e ele vai jogar", garante o vice-jurídico do clube, Paulo Reis, em entrevista à Rádio Brasil. Por se tratar de um amistoso, o Vasco acha que não acredita em problemas posteriores em caso de escalar o Baixinho de maneira irregular.
A escalação do atacante, no entanto, está dependendo da resolução de um imbróglio com a Fifa. A inscrição de Romário na CBF está em litígio, visto que o jogador já defendeu o Miami F.C. (EUA) e o Adelaide United (AUS) e a entidade máxima do futebol proíbe um atleta de realizar mais de duas transferências internacionais durante o período de julho a junho.
O Vasco já enviou um pedido formal à Fifa querendo saber a situação do Baixinho. A resposta deve chegar até quarta-feira, quando o Conselho Técnico se reúne em Zurique. Os cruzmaltinos alegam que a transferência para o Miami aconteceu antes da abertura do mercado no calendário europeu.
Até pela complicação do caso, reis não tem o mesmo otimismo ao comentar a possível escalação do atacante na estréia vascaína na Taça Guanabara, dia 24, contra o Nova Iguaçu, em São Januário. "Vamos torcer. Não vamos ficar parados, vamos tentar de todas as formas", completou.
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