Numa Seleção com estrelas como Lúcio, Robinho e Adriano, Diego Alves passa quase batido. O terceiro goleiro de Dunga não é dos que mais chamam a atenção nos treinos do Brasil. No entanto, ele agora está em casa, pois ainda não era profissional quando chegou ao Atlético-MG.
Na Cidade do Galo, em Vespasiano (MG), onde o Brasil está se preparando para o jogo contra a Argentina, Diego conhece todos os funcionários, dos porteiros a quem arruma os quartos. O goleiro não esconde a alegria por estar de volta ao centro de treinamentos do Atlético-MG, agora em outra situação.
“É muito bom, é uma emoção muito grande. É lógico que é numa situação diferente, mas eu fico muito feliz de poder vir aqui com a Seleção Brasileira reencontrar os amigos, reencontrar as pessoas com quem eu trabalhei durante três anos”, comemora o goleiro do Almería, da Espanha.
Aos 22 anos, Diego Alves arranca como favorito na corrida pela camisa 1 da Seleção Olímpica. E ele se mostra confiante. “Esta convocação está vindo, é lógico, para eu mostrar o meu trabalho. A oportunidade que eu tive de conviver com a comissão técnica e com os jogadores foi muito boa”, agradece.
Para o goleiro, toda hora é hora para mostrar serviço. Não existe momento nem situação ideal para provar qualidade. “No treinamento, jogando pelo Almería, jogando em qualquer lugar, eu acredito que independentemente do lugar onde você esteja, você vai estar mostrando que tem condição ou não de vestir a camisa da Seleção”, diz Diego Alves.
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