O atacante avisou, através de um comunicado, que o dirigente o culpou pelo resultado obtido no Campeonato Paranaense. “Ao final da partida, o senhor Mario Celso Petráglia se dirigiu à minha pessoa e proferiu uma serie de palavras de baixo calão em tom ameaçador e em total desrespeito à minha honra e moral, dando a entender que o resultado de empate diante do J. Malucelli teria sido culpa exclusivamente minha”, comentou.
Dagoberto pediu garantias para continuar no Atlético-PR, mas avisou que tem contrato com o clube e “não com dirigentes que se julgam donos da instituição”.
O atrito entre Atlético-PR e Dagoberto começou com a lesão do atacante. O jogador, desejado por São Paulo, Intermacional, Bordeaux-FRA, entre outros, ficou um ano e meio sem jogar por conta de uma lesão. Por causa disso, o clube paranaense conseguiu prorrogar o contrato do atleta junto a Justiça e dificultou a saída de Dagoberto. O jogador, que admitiu ter vontade de defender outro clube, foi rebaixado ao time B do Atlético-PR, que disputa o Estadual.
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