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Futebol

Cruzeiro e Paraná jogam em BH para manter o sonho da Libertadores vivo

Arquivo Geral

01/11/2006 0h00

Ciente de que só a vitória interessa daqui para frente se quiser conquistar uma das vagas na Libertadores de 2007, o Cruzeiro vai arriscar tudo na partida desta quinta-feira, contra o Paraná, no Mineirão, às 20h30, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. O técnico Oswaldo de Oliveira não poderá contar com os zagueiros André Luiz e Gladstone, além do volante Martinez, suspensos.

Porém, diante dos desfalques, ao invés de ter optado por uma formação mais cautelosa, o treinador optou pela ousadia. A maior delas deve ser à entrada do lateral-esquerdo Leandro Silva no meio de campo, no lugar de Martinez. Com isso, o reserva Júlio César volta a ganhar nova oportunidade na lateral.

Como também não terá os zagueiros André Luiz e Gladstone, o esquema deve ser o 4-4-2, com Teco e Luizão formando a dupla de zaga. “Se eu disser que as dores acabaram estarei mentindo. Mas vou entrar em campo e fazer de tudo pela vitória”, disse o zagueiro Luizão, que reclama de dores no púbis.

Para o Tricolor da Vila, o clima também é de decisão, e não poderia ser diferente. Depois de perder para o Flamengo, em casa, e para o rival Atlético-PR, por goleada, o abatimento começa a tomar conta do grupo. Por isso, o técnico Caio Júnior acredita que precisa utilizar psicologia para animar os jogadores. Uma vitória pode colocar novamente o Paraná no caminho da Libertadores da América.

O comandante paranista não deve fazer muitas modificações em relação ao time que perdeu para o Atlético-PR na última rodada, com exceção das laterais. Na direita, Peter, com três cartões amarelos, cumprirá suspensão e dará oportunidade para o jovem Alex, que atuou pouco na equipe principal durante a temporada. Na esquerda, Eltinho deve começar jogando no lugar do improvisado Batista.

Apesar de dar pistas da escalação, Caio Júnior continua utilizando a tática do mistério, e pode surpreender com a saída de um zagueiro e o retorno do esquema 4-4-2, principalmente após a saída de Èmerson, que, inconformado com a reserva, pediu dispensa.

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