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Futebol

Correr é preciso

Arquivo Geral

11/07/2013 9h25

Quando a situação aperta e um clube fica sem treinador, é hora de recorrer ao tapa-buracos. Geralmente um preparador fisico do clube ou um técnico das divisões de base. A ideia é  utilizada em clubes da série A na expectativa por um nome de peso. Porém, no Brasília, a situação caseira foge do rótulo.

A efetivação de Marcos Soares como treinador do elenco profissional – ele era o treinador do sub-20 do Colorado – era uma idéia da diretoria do clube, mas que só pode ser concretizada por conta da saída de Gauchinho.

Ontem, Soares comandou seu primeiro treino no comando do time, e tratou de menosprezar a palavra tapa-buraco. “Não tem nada disso, temos contrato firmado até dia 30 de maio do ano que vem, no final do Candangão”, afirmou.

Reforços
Com um ponto em duas partidas e a mais de 80 dias sem vencer uma partida oficial, o time não deve receber mais reforços. Os últimos que chegaram foram o atacante ex-Ceilandense Amauri, e o volante Clécio, ex-Ceilândia. “Conversamos sobre jogador. O Amauri foi contratado antes de eu assumir, e o Clécio chegou agora, e é isso. Não dá para fazer contratações, visto que o campeonato pode terminar em poucos meses e vir alguém que ainda precise se adaptar. Eu não pedi mais ninguém”, disse.

 Mesmo com pouco tempo de trabalho, Marcos Soares acredita que pode fazer o clube voltar a vencer. “O grupo é muito qualificado. Não somos nenhum Barcelona ou Real Madrid, mas o time tem condições de fazer uma boa a Série D e conseguir o acesso”, finalizou.

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