O zagueiro Sergio Escudero só reforçará o Corinthians se o Argentinos Juniors aceitar vender apenas 50% de seus direitos federativos. O valor total está avaliado em US$ 3 milhões, quantia semelhante à cobrada pelo também argentino Herrera.
“Eles não deram muita abertura. Se continuar assim, será um jogador que ficará para trás”, afirmou o diretor-técnico Antônio Carlos. “O preço está alto, pois o Escudero é um atleta que já tem 25 anos e sem grande possibilidade de revenda depois”, pechinchou.
Ao falar sobre Escudero, Antônio Carlos confundiu o Argentinos Juniors com o Rosario Central, clube defendido por outro argentino que interessa ao Corinthians. O empecilho para a contratação do meio-campista Kily González também é sua idade, ainda mais avançada: 34 anos. “Observamos esse jogador, mas depende do custo. Não valeria a pena fazer um grande investimento neste momento”, ressalvou o diretor-técnico.
Escudero seria mais viável. O zagueiro, que também joga como lateral-esquerdo, chegou a estipular que tinha 50% de chances de chegar ao Parque São Jorge após marcar o gol da vitória do Argentinos Juniors sobre o Palmeiras, no Palestra Itália. Ainda se desentendeu com Denílson e Léo Lima e afirmou que ficou feliz por fazer a alegria dos corintianos.
“Mas não tem nada acertado com o jogador. Quem cuida da carreira dele é um irmão, que é treinador na Argentina. Ele ainda tem outro irmão que mora em São Paulo. Mas ainda não avançou”, divagou Antônio Carlos.
Leandro Almeida – O zagueiro do Atlético-MG seria outra opção para a defesa do Corinthians. Antônio Carlos, no entanto, disse que desconhece o interesse: “Nunca conversei com o Leandro Almeida nem com o procurador dele. Comigo, não tem nada certo”.