Com o resultado, os ingleses mantiveram a primeira colocação do grupo A, agora com dez pontos, enquanto o Barça caiu para terceiro, com cinco. O vice-líder do grupo, agora, é o Werder Bremen, que venceu o Lvski Sofia, na Bulgária, por 3 x 0, e chegou a sete pontos – gols de Mihailov (contra), Baumann e Frings.
O Barcelona começou arrasador e conseguiu seu primeiro gol já aos dois minutos em uma linda jogada individual de Deco, que disparou pelo lado esquerdo do campo, puxou para a perna direita e soltou uma bomba cruzada da entrada da área no cantinho.
O time da casa continuou melhor e teve duas grandes chances de ampliar o placar. Aos 17, com Ronaldinho, em chute que saiu por cima, e aos 20, com Xavi, quando o goleiro Hilário fez uma excelente defesa à queima-roupa.
O Chelsea, porém, apertou a marcação e o jogo caiu muito tecnicamente, ficando concentrado no meio de campo. Emoção novamente só aos 32, quando Essien exigiu boa defesa de Valdes após cabeçada. Pouco depois, o goleiro fez outra excelente intervenção em chute de Robben.
A partir daí, o que se viu foi um festival de entradas duras e bate-bocas entre os atletas. O árbitro Stefano Farina teve trabalho para controlar os ânimos e encerrar o primeiro tempo sem nenhuma expulsão.
Mas, quando o Chelsea era melhor, brilhou a estrela de Ronaldinho Gaúcho. Aos 12 minutos, o brasileiro limpou a jogada pela esquerda e cruzou na medida para Gudjohnsen só tocar para as redes e recolocar o Barça à frente.
No restante do jogo, o ritmo foi lento e com pouquíssimas chances de gols. As entradas ríspidas continuaram, assim como as marcações sobressaíam em relação aos ataques e impediam as trocas de passes.
Stefano Faria, porém, decidiu dar cinco minutos de acréscimos. E o Chelsea aproveitou aos 48 minutos. Após cruzamento na área, o zagueiro Terry tocou de cabeça e Drogba, com estilo, matou no peito e tocou de leve para deixar tudo igual no placar.
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