A vitória do Marília por 1 a 0 sobre o Vila Nova nesta terça-feira foi conquistada com uma estranha cobrança de pênalti do meia Altair. O jogador escorregou no momento da finalização e, assim, acabou enganando o goleiro Max, que havia pulado para o lado certo. Para o autor do gol, resta apenas comemorar o lance bizarro a favor do time paulista.
“Foi um pênalti esquisito. Fui bater forte e escorreguei, mas nossa equipe vinha fazendo uma partida boa e, no campeonato todo, lances estranhos aconteciam sempre. Desta vez, aconteceu a favor do Marília e pudemos conseguir uma vitória importante”, disse o jogador, aliviado.
O goleiro Max, no entanto, não engoliu a estranha cobrança realizada. Após a confirmação do gol pelo árbitro Alicio Pena Junior, o jogador reclamou uma suposta irregularidade: Altair teria tocado duas vezes na bola, tornando o gol sofrido ilegal.
“O árbitro que viu, eu nem posso falar nada porque a jogada foi rápida. Mas, para mim, ele deu dois toques e aí tinha que voltar o pênalti, mas ele deu o gol”, disse o goleiro, que nem lamentou o fato: “mas também, o nosso time pouco atacou, pouco chutou a gol, tivemos um lance só e depois ficamos defendendo…”.
Satisfeito com a cobrança estranha de seu comandado, o técnico Gil Alves sequer deu atenção às reclamações e acabou com uma sugestão original: “Se o Altair deu dois toques na bola, ele (o árbitro) tem que voltar. Mas o juiz validou, então se houve dois toques, vai chorar na igreja”.