Uma curiosidade ronda o Atlético-MG como um fantasma, às vésperas do jogo contra o Barueri. Com cinco vitórias em sete jogos, o Galo conheceu seus dois empates justamente quando enfrentou equipes que vinham da Série B. Na primeira rodada, 2 a 2 contra o Avaí, em Florianópolis; na quarta, 0 a 0 diante do Santo André, no Mineirão.
É bom que se diga que nenhum destes tropeços aconteceu por falta de atenção. Antes de enfrentar o Santo André, por exemplo, todos no time passaram a semana pedindo cuidado, respeito e atenção. Não adiantou, por mérito da boa marcação do adversário.
Para o técnico Celso Roth, não há diferença entre jogar contra pequenos ou grandes. “Mesmo que o nome Barueri seja recente, o plantel e de jogadores que estão lá é de qualidade boa, tanto que eles estão na Série A. Temos que respeitar, sim”, argumentou o técnico atleticano.
O comandante alvinegro mostrou ainda que já estudou o adversário, que esteve em Belo Horizonte no último domingo, onde fez 4 a 2 sobre o Cruzeiro. Os laterais Éder e Márcio Careca e o atacante Pedrão mereceram elogios.
“O Barueri é uma equipe que está muito bem armada, tem jogadores conhecidos, de boa qualidade, e um esquema muito bem definido. Também tem jogadores rápidos na frente, tem goleador, que é o Pedrão, jogadores habilidosos no meio-campo, dois laterais com experiência”, citou Roth.