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Futebol

Cartola palmeirense revoltado com invasão de torcida

Arquivo Geral

08/11/2006 0h00

O clima está quente pelos lados do Parque Antártica. Um dia depois de o clube do Palmeiras ser invadido por integrantes de uma torcida organizada, que pediam a demissão dos principais diretores ligados ao futebol, José Cyrillo Júnior, vice-presidente do clube, demonstrou todo o seu repúdio ao ato, em entrevista à Rádio Jovem Pan..

“A invasão foi um fato lamentável. O presidente já havia atendido outras torcidas, que haviam pedido e ligado. Agora, o presidente não pode atender um grupo que invade a sala dele e diz distribui um manifesto falando que o time não tem comando”, afirmou o cartola. “Não tenho nada contra a posição deles, mas não pode ser assim.”

Quando questionado sobre quem teria deixado os torcedores entrarem, ele se esquivou. “O problema não é descobrir como eles entraram, até porque tinham alguns sócios do clube no grupo que podem ter aberto o portão. O que importa é que se entrou, tem que sair. Existe uma disciplina no clube, uma ordem. Eles entraram como desordeiros.”

Cyrillo ainda disse que neste ano, não haverá mais nenhuma mudança no time, que já trocou de técnico três vezes neste Campeonato Brasileiro. “Nesse momento em que estamos no campeonato, não é hora de mudar nada, nem jogador, nem treinador, nem diretor. Tudo isso é um conjunto de fatores que acabou não dando certo. Não é culpa de um ou de outro.”

Ele terminou comentando a atitude do goleiro Marcos de pedir para deixar o time titular depois de atuações ruins nos últimos jogos, dando lugar ao jovem Diego Cavalieri, que apesar da má fase do time, vinha se destacando. O diretor apenas lamentou que ele não tenha feito isso enquanto Marcelo Vilar era treinador.

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