O Gama conseguiu junto ao Tribunal de Justiça Desportivo do DF (TJD-DF), a impugnação da partida contra o Unaí/Paracatu, quando acabou derrotado por 1 x 0. O Alviverde alega que o clube registrado na Federação Brasiliense de Futebol (FBF) como Unaí/Itapuã não poderia atuar com nome e uniforme diferentes dos liberados.
“Entramos com o recurso e o STJD suspendeu a contagem dos pontos e anulou a partida. Agora iremos para a discussão de mérito. Queremos outra partida. O que havia sido permitido era a troca do mando de campo para Paracatu, não o uniforme e o nome do time”, afirmou o presidente do Gama, Antônio Alves do Nascimento, o Tonhão.
Para o presidente do Unaí/Paracatu, capitão Elias Andrade, a situação não incomoda. “Foi oficializado toda a mudança na FBF e tudo aceito. Não vou apresentar nem defesa. Se quiserem outro jogo, podem marcar. Estou preocupado em aumentar a crise do Gama, já que, agora, a partida poderá acontecer em Paracatu. E, aqui, meu único medo é ganhar de 3 x 0”, provocou.
Pingou no formosa
Conforme antecipou o JBr. os jogadores do Formosa entraram em greve na quarta. Ontem, porém, o presidente do Tsunami do Cerrado, Cacildo Cassiano, afirmou que a situação está contornada. “Foi efetuado o pagamento. Conseguimos recursos com empresários de Goiânia, além do prefeito tirar do próprio bolso”, afirmou o dirigente. De acordo com ele, a verba de R$ 600 mil requerida junto à Câmara dos Vereadores da cidade goiana e com a Agência Goiana de Esporte e Lazer (Agel) foram negadas.