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Futebol

Brasiliense quer acabar com invencibilidade de Luziânia

Arquivo Geral

08/04/2012 7h34

Petronilo Oliveira
petronilo.oliveira@jornaldebrasilia.com.br

 

Antes do início de qualquer campeonato candango, a maioria das pessoas aponta o Brasiliense como franco favorito, principalmente, devido ao seu poderio financeiro. Entretanto, no primeiro turno do torneio local desta temporada, quem roubou a cena foi o Luziânia, e conquistou a Taça JK, garantindo uma vaga na decisão. Hoje, às 15h30, o Jacaré vai ao Estádio Serra do Lago tentando deslanchar diante dos goianos. Para isso, tem a missão de acabar com a invencibilidade da trupe bem armada por João Carlos Cavalo.

 

“O que a gente precisa é fazer uma grande partida fora de casa. Nosso time é bom e precisa traduzir essa força dentro das quatro linhas. Ninguém quer mais chegar aos treinos explicando o motivo de ter jogado mal. Espero retribuir a confiança do Barbieri e fazer uma grande partida”, desabafa Bachin.

 

Contundido desde o primeiro jogo do confronto com o Guarani, pela Copa do Brasil, quando fez um gol, mas se machucou ainda no primeiro tempo, Bachin volta hoje aos gramados. Desde quando chegou ao clube de Taguatinga, Barbieri deixou clara sua grande empatia com Bachin. “Ficou um tempo sem atuar, mas vai nos ajudar. Tem muito talento”, elogia o comandante do Brasiliense.

 

Ferrugem normalmente diz que o Brasiliense é favorito, mas, desta vez, muda o discurso e aponta o Luziânia como grande favorito. “É o melhor time do campeonato. Contra números não há argumentos. Além de tudo, estão jogando bem mesmo e estão entrosados. Mas esse tipo de jogo é que motiva mesmo”, declara Ferrugem.

 

Nada de comodismo

 

Barbieri diz que o jogo é decisivo, principalmente, para o Brasiliense. Elogia a equipe do Luziânia, mas diz que o time goiano está no ‘camarote’, apenas esperando quem vai enfrentar na final.

 

Entretanto, o meia Kabrine, revelado pelo Brasiliense, avisa que a visão do Luziânia é outra. “Nosso time tem a consciência de que não venceu nada ainda. Por isso, temos que seguir com seriedade. O Brasiliense é forte demais, mas jogando com a nossa torcida empurrando é difícil ganhar da gente. Tem tudo para ser um grande jogo”, espera. “Fiquei três e meio no Brasiliense, fui campeão. Não tenho mágoa nenhuma”, completa, político.

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