A direção do Boca Juniors, agora presidida por Pedro Pompilio, foi rápida nesta semana. Com a derrota na final do Mundial de Clubes da Fifa para o Milan, no último domingo, Miguel Angel Russo foi demitido do cargo de técnico. O nome mais cotado foi o de Carlos Bianchi, várias vezes campeão com o time, mas o ex-treinador não aceitou mais uma desafio.
Sem pestanejar, Pompilio resolveu fechar logo com um treinador depois do não de Bianchi. Trata-se de Carlos Ischia, que treinou o Rosário Central até o último mês de outubro – saiu por causa da má campanha da equipe no Torneo Apertura e desde então estava desempregrado.
“Ischia é a pessoa ideal para esse trabalho. Lembramos de seu trabalho no clube e tem uma cultura de muito trabalho e preparação”, disse o presidente do Boca, recordando que o novo técnico foi auxiliar na primeira passagem de Bianchi pelo clube – entre os anos de 1998 e 2001.
Pedro Pompilio, que assumiu o Boca Juniors recentemente após a saída de Mauricio Macri para a prefeitura de Buenos Aires, tinha outro nome em mente, mas foi impedido pelo craque do time. O presidente pensou em chamar o ex-jogador Guillermo Barrios Schelotto, mas Riquelme disse que não aprovaria a decisão por problemas pessoais.