Ele afirmou depois do jogo que ninguém do quadro de arbitragem ou da delegação do Ipatinga foi hostilizado ou agredido e que suspendeu o confronto porque o chefe do policiamento disse que não havia condições de segurança junto à torcida para o reinício da partida.
O Tricolor baiano não quer perder o restante dos mandos de campo de seus jogos pelo octogonal decisivo da Série C em conseqüência dos tumultos registrados no segundo tempo do jogo, contra o Ipatinga. O Departamento Jurídico do Bahia ainda sonha com a disputa dos 22 minutos restantes do segundo tempo, em campo neutro, possivelmente o estádio Alberto Oliveira, em Feira de Santana.
Para o árbitro sergipano, a decisão sobre o destino caberá ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva, já que o tempo mínimo de jogo, 30 minutos do segundo tempo, não foi disputado.
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