A outra semifinal da Copa Sul-americana acontece nesta quinta-feira, entre Colo Colo e Toluca, em Santiago. Antes de voltar a se preocupar com o torneio continental, o Atlético-PR enfrentará o São Paulo no Morumbi. O técnico Vadão provavelmente poupará seus titulares contra o rival deste domingo, que pode ser campeão brasileiro.
Empurrado por sua torcida, o Atlético-PR começou o jogo da Arena da Baixada pressionando o Pachuca. Logo aos 5 minutos, Jancarlos cobrou falta com categoria e acertou o travessão. Os mexicanos, no entanto, não se intimidaram e responderam em seguida, com Salazar recebendo sozinho na área e chutando em cima de Cléber.
Após muita correria nos primeiros 15 minutos, o jogo esfriou. O Furacão ainda era mais objetivo quando chegava ao ataque, mas o Pachuca já começava a ter maior volume de jogo que os donos da casa. Como força, o Atlético-PR contava com o incentivo da torcida e as jogadas individuais de Marcos Aurélio e Ferreira.
Já o Pachuca, sem criatividade no meio-campo, apegava-se nos tiros de longa distância. Nenhum deles chegou a assustar Cléber em todo o primeiro tempo. A jogada que mais empolgou foi um voleio em entrada da área de Gimenez, que saiu sem a direção pretendida. Antes do intervalo, Vadão prometeu sacudir o Furacão.
O técnico mudou o posicionamento de Erandir, mas o Atlético-PR não conseguiu o domínio almejado no início do segundo tempo. Para desequilibrar o jogo, ele trocou Marcos Aurélio por Dagoberto, que entrou esbanjando vontade. Enrique Meza também mexeu no Pachuca, mandando campo Rodríguez e Alvarez.
Apesar de ser mais ofensivo e ter melhorado dentro de campo, o Atlético-PR seguiu rendendo menos do que podia. Vadão ainda tentou mudar o jogo colocando William e Chico na equipe, mas não conseguiu. Aos 41 minutos, veio o castigo. Alvarez soltou o pé da entrada da área e conferiu para o Pachuca, que, no México, jogará por um empate para se classificar à decisão.
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