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Futebol

Atlético-PR garante ter preferência por Marcos Aurélio

Arquivo Geral

08/01/2007 0h00

O Atlético-PR está tentando manter o atacante Marcos Aurélio nesta temporada. Apesar de o empréstimo do atleta ter espirado em 31 de dezembro, o Furacão garante que exerceu seu sua opção de compra de parte dos direitos federativos do jogador. O diretor jurídico do Furacão, Marcos Malucelli, explica que a equipe está amparado por decisão judicial para manter o atleta.

“Conseguimos em dezembro uma antecipação de tutela e ele (Marcos Aurélio) foi citado pelo juiz para que compareça à Justiça para firmar o novo contrato, com início de vigência em 2 de janeiro. Está marcada agora uma audiência no próximo dia 19. A CBF está ciente e não autorizará transferência”, afirmou o advogado, em contato por telefone.

O procurador do atacante, Zemer Ongarato, havia explicado que o atleta tinha apenas acordo verbal com o Furacão, mas Malucelli garante que o Atlético inclusive já pagou a primeira parcela referente à compra junto ao Bragantino pelos direitos federativos do jogador.

”Não é verdade que era verbal. Está no contrato, ele (Zemer) também assinou, pois tem parte dos direitos federativos do atleta, junto com o Bragantino. O contrato diz que teríamos que exercer a compra até o dia 31 de dezembro e fizemos antes, em 29 de novembro. Depositamos em juízo a primeira parcela, de R$ 112.500. Pagaremos R$ 450 mil em quatro parcelas”, explicou.

O imbróglio envolvendo Marcos Aurélio e Atlético atrapalha outros clubes interessados no atleta. O Santos, que está à procura de um reforço para sua linha de frente, é um dos principais admiradores do jogador. Mas Marcos Malucelli garante que o Peixe e também o São Paulo estão cientes da situação do atleta.

“Tanto o Santos quanto o São Paulo sabem disso tudo. Não fomos procurados diretamente pelas diretorias, mas passamos essas informações a pessoas próximas a elas”, declarou. Apesar de admitir que o processo ainda não foi concluído, o advogado acredita que o Atlético só perderá o jogador se receber uma compensação financeira.

“Se ele não quiser ficar, não é obrigado. Existe uma cláusula penal de que pagando R$ 6,5 milhões ele pode ir para outro clube”, finalizou.

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