O talentoso Andrey Arshavin, que há um ano e meio trocou o modesto Zenit pelo poderoso Arsenal, de Londres, ainda não conseguiu realizar seu grande sonho como jogador de futebol: defender as cores do Barcelona.
Apesar de ser um dos homens de confiança do técnico Arsene Wenger no clube londrino, o jogador não consegue esconder que ainda pretende atuar no time catalão: “Se eu conseguir jogar ao menos um ano no Barcelona, alcançarei o máximo em minha carreira. O Barça é o melhor time do mundo e gosto muito do estilo de jogo deles”, derreteu-se.
Em entrevista para o Daily Mail, Arshavin também se mostrou preocupado com o futuro da seleção nacional de seu país. E sugeriu o nome de José Mourinho, técnico da Internazionale, rival do Barcelona na Copa dos Campeões, como o ideal para assumir o banco de reservas no lugar de Guus Hiddink.
“O Mourinho é mágico e, quando o treinador é um gênio, pode vencer qualquer time, até os que são melhores”, comentou, em alusão à vitória da Inter sobre os catalães no primeiro duelo semifinal da Champions.
“Acho que ele é o técnico ideal para assumir a Rússia”, concluiu o craque, citando também Fábio Capello, da Inglaterra, Arsene Wenger, seu comandante do Arsenal, e o próprio Hiddink como bons nomes para o banco da seleção. “Mas não consigo ver o Wender fora do Arsenal”, comentou.