Segundo a TV inglesa, o Beveren nega a informar a origem do dinheiro, comprovado por documentos levantados por autoridades do país. A quantia teria sido usada para adquirir jogadores da Costa do Marfim – pelo menos 18 deles figuravam no elenco do clube na última temporada -, o que esconderia um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo ingleses e belgas.
"Uma companhia sem nome quer investir um milhão de libras em um clube, sem razão aparente. Acho que isto é um pouco estranho", diz Christian du Four, um dos promotores responsáveis pelo caso. Segudo Du Four, há ainda a possibilidade de envolvimento com a máfia de apostas nas denúncias.
Os Gunners têm um acordo para cessão de atletas e realização de amistosos com o time de Beveren-Waas. Segundo os relatórios, o gerente do clube Jean-Marc Guillou tem relações bem próximas com o técnico Arsène Wenger. Guillou, dono de uma academia que revela jogadores marfinenses, teria um contrato com o vice-presidente do clube inglês, David Dein.
Dein iria repassar 280 mil euros – R$ 808 mil – para um ‘laranja’, Raoul de Waele, montar uma empresa de fachada que controlaria o Beveren, que se comprometeria a repassar 30% do clube para Guillou e manter 50% indiretamente para o Arsenal, o que vai de encontro às normas da Fifa. Caso isto se confirme, o Arsenal pode ser punido com multa ou com a exclusão de competições internacionais.
CHELSEA
O meia Frank Lampard ganhará a companhia de Michael Ballack e Andriy Shevchenko na próxima temporada. Antes indiscutivelmente a maior estrela do Chelsea, o inglês está satisfeito em dividir com o ucraniano a condição de ídolo do clube de Roman Abramovich.
Frank Lampard lembrou que a aquisição de Shevchenko alimenta as ambições do Chelsea. "Em tudo que nós estejamos envolvidos, entramos para ganhar. Ter jogadores como ele no elenco, ajuda muito nisso", concluiu.