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Futebol

Amizade voluntária

Arquivo Geral

27/06/2013 9h00

No último dia 15, na abertura da Copa das Confederações, um encontro casual mudou o ciclo de amizades de um grupo. Prestando serviços voluntários, os fãs de futebol se conheceram e decidiram estender o contato para além do novo monumento candango. 

 

Ontem, eles se reuniram na mesa de bar para festejar a vitória do Brasil sobre o Uruguai, por 2 x 1. “Desde então, sempre saímos juntos e os encontros são marcados pela internet ou por aplicativos de mensagem no celular”, disse Renata Machado, mãe de Gabriel de Sousa, um dos adolescentes que carregaram a bandeira do Brasil na abertura da Copa. “O meu filho ficou completamente eufórico e orgulhoso por fazer parte da história”, lembra a mãe. Felizes com o resultado da partida, eles vão se encontrar de novo, no próximo domingo, final da Copa das Confederações.

 

O melhor

A amiga Lígia Franco bem que tentou puxar a sardinha para o Hulk “Ele é forte né? (risos)”, mas a opinião do grupo foi maior e o atacante Fred foi eleito o melhor em campo. “Ele é melhor que Neymar”, disse Gilberto Reis.

 

A mesa das 7 mulheres

Jogo da seleção, bar lotado e uma mesa só de mulheres. Sentadas, tomando a cerveja de cada dia e aproveitando o momento gostoso, as sete amigas (e o noivo de uma delas) desfrutavam da folga do trabalho para colocar a fofoca em dia.

 

“Somos amigas há vários anos e sempre frequentamos aqui. O jogo foi mais uma desculpa para encontrá-las de novo”, confessa Luciene Chaves com um meio sorriso nos lábios.

 

Trajadas com as cores verde e amarela, a mesa feminina vibrava e gritava como se estivesse no estádio. Mas, apesar dos gritos de “Vai, Brasil!”, as meninas esperavam mais da partida. “A final não vai ser tão fácil e a gente fez um bolão. No último jogo, o Brasil fez quatro gols e hoje (ontem) arrisquei os quatro de novo”, brincou Luciene, antes de o jogo  começar.

 

Sozinho

O único homem da mesa, Pablo Silva disse estar acostumado com as reuniões das amigas. “Em todos os encontros delas, eu sou o único macho. A situação é assim porque se acontecer alguma coisa eu protejo todas”, brincou o noivo de Luciene, que estava com a camisa do Paysandu.

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