O técnico alemão Otto Pfister acertou nesta quarta-feira sua permanência à frente da seleção de Togo até o final da participação dos africanos na Copa do Mundo. Pfister vinha sendo pressionado por parte da Federação Togolesa de Futebol e muito criticado pela imprensa pela derrota de virada para a Coréia do Sul na estréia do Mundial.
A atitude do treinador em deixar a seleção para voltar cerca de três dias depois não foi bem recebida pela FTF. O problema é que Pfister conta com o apoio de membros importantes da entidade, como o vice-presidente, Rock Gnassingbé, irmão do presidente de Togo, Faure Gnassingbé.
A situação de Pfiser à frente da seleção togolesa tornou-se complicada quando a delegação começou a preparação para o Mundial. O treinador é mau visto pelos jogadores, que chegaram até a acusá-lo de racismo por uma entrevista mal-interpretada para um jornal alemão.