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Concha y Toro lança The Cellar Collection, seleção de vinhos procedentes de alguns de seus mais prestigiados terroirs do Novo Mundo

Do Chile, nascem diferentes rótulos que cuidadosamente integram esta “Coleção privada”

Por Daiany Nasteoli 13/05/2021 11h41
Concha y Toro lança The Cellar Collection Concha y Toro lança The Cellar Collection

A Concha y Toro, em sua busca constante por inovar e levar qualidade a um novo patamar lança The Cellar Collection, uma exclusiva seleção de vinhos originados dos mais prestigiados terroirs do Novo Mundo. Neste portfolio, se incluem vinhos atraentes, de antigas e atuais safras, e que são altamente reconhecidos pela mídia especializada.

Do Chile, incluem-se Amelia, Carmín de Peumo, Gravas e Terrunyo; todos estes rótulos compõem esta coleção única, cuidadosamente guardada em uma sala intitulada “Colección Privada”, já que a venda é limitada e o número de garrafas produzidos também, de modo a que alcancem os mais altos standards de qualidade.

No Chile, os terroirs que originam os vinhos de The Cellar Collection são amplamente reconhecidos, a começar pelo vinhedo Quebrada Seca, no vale do Limarí, que conta com condições muito favoráveis para as variedades Chardonnay e Pinot Noir, seguido do vinhedo Los Boldos, no vale de Casablanca, e do vinhedo Peumo, no vale do Cachapoal, um dos mais antigos da Concha Y Toro, que data de 1885, e é muito conhecido por suas características excepcionais para a produção de tintos com a Carménère.

A isto se soma o reconhecido vinhedo de Puente Alto, no vale de Maipo, um dos melhores terroirs do mundo para dar vida ao Cabernet Sauvignon; os vinhedos Pirque Viejo e Quinta de Maipo, no vale do Maipo; e o vinhedo Quitralmán, no vale do Bío –Bío.

A Cellar Collection, liderada por Isabel Guilisasti, vice-presidenta de Vinhos Finos e Imagem Corporativa, conta com o respaldo da “família de enólogos da Concha y Toro” – Marcelo Papa, Marcio Ramírez e Isabel Mitarakis- cada um contribuindo com sua experiência em diferentes terroirs e cepas.

Com este exclusivo e único portfolio a Concha y Toro preserva a identidade de cada um deste rótulos que compõem The Cellar Collection e promove três das melhores origens do Novo Mundo onde produz vinhos de alta gama, reconhecidos mundialmente.

Carmín de Peumo, um tributo à variedade Carmenere e a todos aqueles que a cultivam há mais de um século no Chile

A Concha y Toro, em sua constante busca pela inovação e vanguarda, lançou Carmín de Peumo, o primeiro icônico Carmenere do Chile, no mercado em 2006. A sua primeira colheita foi efetuada em 2003 e já acumula outras 12 safras, que são efetuadas única e exclusivamente quando as condições da fruta são excepcionais. A qualidade marcante de Carmín de Peumo vem de um lugar específico: a parcela 32 da vinha Peumo, localizada no vale de Cachapoal. É uma das vinhas mais antigas da empresa, datando de 1885. Àquela altura, esta vinha era plantada com castas de Bordeaux, pré-filoxera. Entre as linhagens estava a Carmenere, que conseguiu desenvolver sua expressão máxima neste extraordinário terroir, porém, era conhecida no Chile como Merlot até 1994, quando o francês Jean Michel Boursiquot identificou que a variedade era Carmenere, uma casta até então considerada extinta.

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A vinha de Peumo é um local naturalmente protegido, localizado a 170 metros acima do nível do mar. Seus solos são profundos, franco-argilosos, de origem aluvial. A argila ajuda a reter água, favorecendo o controle do crescimento e a boa maturação dos cachos. Seu clima é mediterrâneo sub-úmido, com dias quentes e noites frias. A influência do rio Cachapoal ajuda a diminuir as temperaturas noturnas durante o verão, o que também favorece um ritmo mais lento de maturação dos cachos, condições ideais para o cultivo da Carmenere.

Marcio Ramírez é o enólogo-chefe de Carmín de Peumo. A sua larga experiência e carreira a cargo do Carmenere da vinha, levaram-no a ser um especialista da casta e a liderar a adega Cachapoal, no vale do Rapel, onde são produzidos todos os Carmenere da Concha y Toro. Carmín de Peumo é a expressão máxima do Carmenere no mundo, a excelência e verdadeira arte na elaboração de um vinho icônico e complexo, cheio de requinte e elegância.

Gravas, vinhos de caráter andino que homenageiam a cordilheira dos Andes

Gravas nasceu em 2007 após uma procura rigorosa do conceituado enólogo Enrique Tirado, para encontrar o melhor terroir para a elaboração de um vinho Syrah de alto padrão que expressasse toda a finesse e elegância desta casta, sendo os solos do Alto Vale Maipo, moldados pelo rio Maipo e pela cordilheira dos Andes, que ofereciam as condições e o equilíbrio natural que Tirado buscava.

Seis anos depois, no espírito de continuar a explorar o melhor terroir do Chile para produzir vinhos de alto padrão, um vinho foi adicionados ao portfólio: um Cabernet Sauvignon, feito com uvas do terroir Puente Alto, no Vale do Maipo;

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Em 2019, a destacada enóloga Isabel Mitarakis assumiu a linha, depois de ter trabalhado durante seis anos com Enrique Tirado na equipe enológica encarregada da produção de Don Melchor. Os vinhedos de Gravas têm a particularidade de possuir um profundo caráter andino, fortemente influenciados tanto pela cordilheira dos Andes, como pelos rios Maipo e Bío-Bío. A composição dos seus solos e a grande oscilação térmica que a serra provoca nos vales permitem produzir vinhos frescos e vivos. Desta forma, Gravas se consolida como uma gama de vinhos que homenageia a cordilheira dos Andes e os cascalhos ocultos sob os solos em erosão, o que se traduz em vinhos de grande elegância, caráter e personalidade única dos terroirs andinos.

Amelia, a extrema beleza de Limarí com sua proximidade ao Oceano Pacífico e o deserto do Atacama

Amelia possui dois vinhos que expressam as características marcantes do Vale do Limarí, localizado no extremo norte do Chile, às portas do Deserto do Atacama. A Concha y Toro adquiriu os primeiros vinhedos nesta área em 2005, que desponta como a melhor origem do país para a produção de Chardonnay e Pinot Noir de alto padrão. Ambas as castas, originárias da vinha Quebrada Seca, são influenciadas pela proximidade do Oceano Pacífico que faz com que sua brisa refresque a vinha, favorecendo a sua ventilação.

Da mesma forma, seu clima costeiro semi-árido, marcado por manhãs nubladas, tardes ensolaradas, baixas temperaturas e sol abundante, é complementado por uma série de solos com alta concentração de carbonato de cálcio, que resultam em condições imbatíveis para as variedades Chardonnay e Pinot Noir. Marcelo Papa, enólogo e diretor técnico da Concha y Toro, liderou a reinvenção de Amelia em 2018, transferindo sua origem para o vale do Limarí e adicionando a variedade Pinot Noir ao portfólio.

No ano seguinte, 2019, foi eleito “Enólogo do Ano” pelo proeminente crítico inglês Tim Atkin, consolidando-se como um dos enólogos de maior prestígio na cena vitivinícola chilena. Desde então, está a cargo desta linha que o convida a desafiar os limites em busca de novos horizontes com estes vinhos que se destacam pela frescura e sentido de origem, cultivados no extremo norte do Chile, onde encontram a sua máxima expressão.

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Terrunyo, filosofia de terroir e cultivo artesanal

No ano 2000, a Concha y Toro lançou Terrunyo, linha com a qual desenvolve um novo conceito enológico baseado na filosofia do terroir, que consiste em identificar na vinha o local que melhor expressa a tipicidade da casta plantada. O portfólio iniciou com as variedades Carmenere e Cabernet Sauvignon.

A vinha Pirque Viejo, plantada no final do século XIX, é uma das mais antigas da Concha y Toro. Este terroir possui características extraordinárias para o cultivo de Cabernet Sauvignon, graças a uma combinação de solo, clima e uma forte oscilação térmica entre o dia e a noite. Peumo é também uma das primeiras vinhas da Concha y Toro. Carmenere é cultivado ali há mais de 100 anos e atualmente é considerado o melhor terroir para o cultivo desta variedade no país.

Já o Vale do Casablanca liderou o desenvolvimento da Sauvignon Blanc no Chile graças à influência marítima do Oceano Pacífico que modera seu clima, favorecendo a produção de vinhos frescos com excelente acidez.

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No Chile, Marcio Ramírez, enólogo que trabalha com a Concha y Toro desde 1997, é o responsável pela linha Terrunyo.

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Este portfólio busca realçar a diversidade de origens, promovendo a busca pela melhor expressão de cada casta, o que tem levado a linha a se posicionar como uma das referências mais importantes para a vitivinicultura chilena.

Isabel Guilisasti

Vice-presidenta de vinhos finos e imagem corporativa

Desde muito jovem, Isabel Guilisasti se relaciona com o mundo do vinho. Pertencente a uma das famílias de maior tradição enológica no Chile, sempre sentiu uma proximidade especial com o campo e os vinhedos. Formada em Arte pela Pontifícia Universidade Católica, sua visão enérgica, talento e grande sensibilidade a levaram a liderar as marcas icônicas, ultra e super premium da Viña Concha Y Toro, como Don Melchor, Carmín de Peumo, Amelia, Gravas, Terrunyo, Marques da Casa Concha e Gran Reserva Serie Riberas, todos reconhecidos por suas notas altas e sólida participação em diferentes instâncias internacionais.

Sua carreira iniciou na Cono Sur, subsidiária da empresa, e posteriormente, em 2000, assumiu a gestão de marketing de Vinhos Finos da Concha y Toro. A partir daí, vem promovendo o desenvolvimento das marcas e consolidando a posição de qualidade e excelência, sendo responsável pelo design, estratégias de marketing e desenvolvimento conceitual associado às marcas premium e ultra-premium da empresa. No início de 2021, Isabel Guilisasti assumiu a vice-presidência de Vinhos Finos e Imagem Corporativa.

É com esta experiência – e os mais de 130 anos que a família Guilisasti têm na produção de vinhos – que Isabel agora lidera a Cellar Collection, uma seleção exclusiva de vinhos dos mais prestigiados terroirs da Concha y Toro. As marcas que integram este projeto são Amelia, Carmín de Peumo, Gravas e Terrunyo, do Chile, em suma, um portfólio que busca promover esses vinhos de alto padrão com reconhecimento mundial.






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