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Moda

O homem Givenchy: pronto para tudo Paris, França

A casa francesa de moda Givenchy propôs, nesta quinta-feira (22), um guarda-roupa eclético para um homem pronto para todos os cenários

Redação Jornal de Brasília

22/06/2023 19h17

Modelos apresentam criações para o desfile da Givenchy Menswear Spring-Summer 2024 como parte da Paris Fashion Week, no Hotel National des Invalides, em Paris, em 22 de junho de 2023. (Foto de Geoffroy VAN DER HASSELT / AFP)

A casa francesa de moda Givenchy propôs, nesta quinta-feira (22), um guarda-roupa eclético para um homem pronto para todos os cenários, desde os ternos pretos impecavelmente cortados às regatas e calças cáqui, de aspecto militar.

O criador artístico da marca, o americano Matthew Williams, criou uma coleção aberta, para todos os tipos de cliente, ainda que com certa predominância do toque militar, como havia acontecido no primeiro desfile do cantor Pharrell Williams para a Louis Vuitton, na terça-feira.

Jaquetas em verde-oliva, combinadas com calças da mesma cor, “ao estilo Eisenhower”, descreveu Willians. Logo depois, um conjunto de terno e gravata pretos, coberto por um casaco leve com toques de rosa ou amarelo fluorescente. E, também, uma blusa bordada delicadamente com estampas em rosa.

Na plateia estavam astros de Hollywood, como os atores americanos Paul Dano e Jared Leto.

Willians reconheceu a influência militar no desfile, realizado no Museu da Guerra de Paris.

“O militar é um arquétipo natural para o homem. Na hora de desenhar, é um rumo natural, o corte militar é muito bem pensado, veste muito bem e traz essa ideia de força e elegância”, explicou o criador, após o desfile. “Mas, aqui, aplicamos bordados caseiros, às vezes em couro, exagerando nas proporções.”

Em alguns looks com regatas, em branco, preto e marrom camuflagem, os modelos também usavam mochilas, carregando as mesmas com uma das mãos, ou bolsas.

Camisetas estavam cuidadosamente furadas e coletes, abertos, com grandes bolsos dos dois lados. “No fim das contas, faço roupas e quero que as pessoas a vistam”, disse Williams.

  • A festa da Amiri –
    A marca americana Amiri optou, no entanto, por uma festa que nunca acaba, com uma coleção com sabor dos anos 1950, cheia de cor e estampas geométricas, cintos largos e sandálias.

“Tratava-se de recuperar o otimismo dos anos 1950 e combiná-los com os volumes dos anos 1990”, explicou o estilista Mike Amiri, de origem iraniana, radicado em Los Angeles.

Tons pastel, calças largas, camisas estampadas, abertas, e coletes com lantejoulas se alternaram com bermudas e blusas cáqui, mas sem a rigidez militar. O desfile aconteceu no Jardim Botânico de Paris, com um toque californiano.

“O que eu não quero é que as pessoas se sintam desconfortáveis, então brinco com as costuras, tiro as ombreiras de lugar, jogo com as cores…. Trata-se de se sentir leve”, detalhou o designer.

Agence France-Presse

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