Desde 2004, o país europeu só viajou nos confrontos da Davis e venceu três (contra a Austrália, Índia e este agora contra o Brasil, parando diante de França, EUA e Argentina). Para 2007, as chances de jogar em casa são maiores, já que dos oito adversários, cinco receberam a Suécia em casa no último duelo entre eles. A esperança é também fugir da Espanha, única chance de o país viajar de novo.
E Wilander sonha justamente por conta dessa probabilidade alta. “Queremos muito jogar em casa e temos boas chances. São cinco países dos oito, apenas a Espanha fora e dois seriam por sorteio (porque o confronto aconteceu há mais de dez anos). Tivemos muito azar nos últimos confrontos e em Davis isso muda muito, porque entra a torcida, a escolha da quadra”, lembrou.
Sete vezes campeã da Copa Davis, a Suécia ocupa atualmente o 14º lugar do ranking da competição e não deve ser cabeça-de-chave no Grupo Mundial do ano que vem. Desta forma, há a possibilidade de enfrentar novamente a Argentina, que está na final nesta temporada, e que foi responsável pela eliminação do país na primeira rodada, com vitória por 5 x 0 em Buenos Aires.
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