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Djokovic pára Roger Federer e avança para final com francês Tsonga

Arquivo Geral

25/01/2008 0h00

Apontado como o novo grande nome do tênis masculino, o sérvio Novak Djokovic conseguiu um feito notável para sua jovem carreira nesta sexta-feira: parar o suíço Roger Federer e se classificar para a final do Aberto da Austrália. Embalado na competição e sem perder um set sequer, o atual número três do mundo se deparará na disputa do título no domingo com o francês azarão Jo-Wilfried Tsonga, que na quinta-feira havia superado o espanhol Rafael Nadal.

Apesar da partida equilibrada, Djokovic teve personalidade para se impor contra o líder do ranking de entradas da ATP. Com um grande cartel de golpes, o sérvio conseguiu o triunfo em 2h27 e por 3 sets a 0, com as parciais de 7/5, 6/3 e 7/6 (7-5).

Foi a segunda vitória do jovem sensação contra Federer em sete jogos realizados. Nesta sexta, no entanto, Djokovic pode se sentir vingado da última derrota sofrida para o suíço, na final do Aberto dos Estados Unidos de 2007, em setembro. Seu único triunfo até então fora conquistado na final do Masters Series do Canadá.

Enquanto o tenista balcânico avança para sua segunda final de Grand Slam na carreira e para o duelo inédito com Tsonga, Federer volta para casa sem poder dar seqüência a novos feitos marcantes para sua carreira. Além de desperdiçar a chance de se tornar o primeiro tenista da era profissional a conquistar o Aberto da Austrália em três anos consecutivos, o suíço perdeu uma invencibilidade em Melbourne que já durava 19 partidas e três anos. Seu último tropeço na competição aconteceu justamente na semifinal de 2005, diante do russo Marat Safin.

O revés para Djokovic fará com que Federer sinta uma notável perda de pontos no ranking de entradas da ATP e veja sua soberania novamente em xeque. Campeão em 2007, neste ano ele perderá 550 dos 1.000 pontos que defendia na competição e aparecerá na próxima segunda-feira, quando a lista será atualizada oficialmente, com 6.630 pontos e sem tanta folga para Nadal, que terá 5.980.

O jogo

Federer começou a partida com mais agressividade do que Djokovic e passou a ter o controle do placar após conseguir derrubar o saque do rival pela primeira vez na partida. O suíço chegou a sacar para fechar a parcial em 6/4, mas viu o sérvio se recuperar, quebrar o saque e forçar a disputa de mais dois games.

Motivado por evitar o revés na primeira etapa da partida, Djokovic passou à frente no placar após confirmar seu serviço no 11º game e, decisivo, conseguiu quebrar o saque de Federer na disputa seguinte e sair na frente do número um do mundo com uma parcial de 7/5.

A confiança do sérvio cresceu ainda mais na série seguinte. Com duas quebras sobre o suíço, Djokovic abriu facilmente um inacreditável 5/1 e teve a chance de sacar para sacramentar o triunfo. Federer conseguiu se recuperar e evitar a derrota ao obter uma quebra de saque e em seguida diminuir o placar para 5/3, mas que não foi o suficiente para evitar a derrota por 6/3.

O terceiro e último set foi mais equilibrado. Sem quebras de saque para nenhum lado após 12 games disputados, a decisão foi para o tie-break. Mais uma vez Djokovic se sobressaiu sobre o suíço e confirmou a vitória com um 7-5 e parou uma seqüência de 11 Grand Slams sem a presença de Federer ou Nadal na final. A última vez em que isso aconteceu foi na edição de 2005 do Aberto da Austrália, cuja final foi disputada entre o russo Marat Safin, campeão, e o australiano Lleyton Hewitt.

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