Hoje, mesmo com sol forte em Belo Horizonte, não foi possível iniciar o duelo às 10h, horário previamente marcado, justamente porque a organização corria para recuperar o piso danificado. Ainda assim, o trabalho se mostrou bem feito. “Eles estão de parabéns. Ficamos impressionados com o que fizeram, porque choveu demais mesmo”, disse Vinciguerra.
O sueco, em certos momentos, chegou a reclamar com o juiz de cadeira e chutou o piso em protesto após uma queda no início do terceiro set. No entanto, não voltou a colocar a culpa no piso na entrevista coletiva. Ele também disse que não achou o piso ruim pelo excesso de saibro colocado antes do jogo. “A quadra não estava tão lenta. A bola voava certas horas.”
Saretta também concordou e reservou elogios especiais aos funcionários que trabalharam incessantemente na manhã deste sábado. “A quadra estava mais fofa, estava prendendo um pouco e até não dava para escorregar. Mas eles estão de parabéns, fizeram mágica depois que a gente viu como ela estava ontem (sexta-feira). Com o sol ela deve ficar ainda mais dura e melhor”, disse o brasileiro.
A quadra foi alvo de polêmica desde a última quarta-feira. Segundo o diretor de arbitragem da Confederação Brasileira de Tênis, uma lona comprada para proteger o piso das chuvas chegou a endereço errado em Belo Horizonte e fez com que o mau tempo de quarta-feira tivesse “potência” dobrada. Já com a lona na quinta, novamente o clima ruim impediu que os funcionários cuidassem de forma adequada, o que aconteceu somente neste sábado.