Zuza chegou e chegou com história. Nada de nome escolhido ao acaso. É homenagem direta à avó de Nattan, Josefina, que partiu em 2025, mas nunca saiu do coração da família. Josefina era Zuza no dia a dia. Daquelas que viram apelido e viram casa.
O casal anunciou o nascimento com imagens íntimas, sem espetáculo forçado, só verdade. Parto vivido, presença inteira, olhos fechados de emoção e aquele silêncio barulhento que só quem já viveu sabe. O tipo de momento que não pede legenda longa, pede respeito.

O nome diz tudo. Zuza carrega afeto, linhagem e continuidade. É quando a saudade vira começo e o passado dá a mão ao futuro. Um nome pequeno, com peso grande. Do jeito que a vida gosta de fazer.

Nas redes, o público entendeu na hora. Choveram mensagens, corações e aquela sensação coletiva de que algo bonito aconteceu. Não é só o nascimento de uma filha. É a confirmação de um amor que sabe de onde veio e pra onde vai.
Se tem uma ação aqui, é simples. Pausa um segundo. Respira. E deixa essa história te lembrar que algumas escolhas não gritam, elas permanecem.